Startup LoyaltySci inicia operações simultaneamente no Brasil, México e Costa Rica.

Preço e experiência são decisivos na fidelização dos usuários de telecom na AL
O mercado global de fidelização deve chegar a US$ 4 bilhões até o ano de 2020. Neste período, a América Latina deverá registrar uma taxa de crescimento composta (CAGR) de 29%. “A região representa uma oportunidade significativa para a LoyaltySci”, explica Carlos André. “Hoje, há poucos programas estruturados de lealdade regionais, mas o consumidor evoluiu. Ele espera que as suas interações com suas marcas preferidas sejam únicas, relevantes e recompensadoras.”
Para trazer o serviço à América Latina, a LoyaltySci desenvolveu uma modalidade de serviços que privilegia o engajamento e a comunicação em tempo real e bidirecional entre empresa e seus públicos de interesse. “A LoyaltySci reimaginou o relacionamento entre marcas e consumidores, levando em conta motivadores internos e aliando este conhecimento a modernas técnicas de gamificação, a fim de gerar engajamento real entre consumidores e marcas”, explica Carlos André. A LoyaltySci não é uma simples plataforma de fidelização de clientes. Ao contrário das outras tecnologias, baseadas no acúmulo de pontos, a empresa utiliza técnicas de gamificação e análise do perfil psicológico do consumidor para criar um programa de lealdade e relacionamento, que privilegia o engajamento a longo prazo e a interação contínua.
A empresa tem investido pesado em reunir um time de especialistas. Uma das iniciativas, por exemplo, é a parceria com a consultoria Fellipeli, que auxiliará na implementação das melhores estratégias de engajamento, com uma metodologia voltada para a neurociência.
A empresa também contará com um time de especialistas capaz de gerenciar os programas de lealdade das empresas, e de especialistas em análise de dados para extração de insights precisos. “Não é apenas uma plataforma de interação, mas um meio preciso de gerar conhecimento sobre a sua base de clientes, que estarão interagindo com a marca de forma espontânea, e não para somente ganhar alguma recompensa ou brinde no final”, complementa Carlos André.