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Ponto Fácil reúne mais de 1.000 serviços e produtos digitais à população

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A falta de inclusão digital tem impactado profundamente o acesso de considerável parte da população a diversos serviços. Cerca de 40 milhões de brasileiros não conseguem acessar ou fazem uso precário da internet, de acordo com dados de 2019 do IBGE. Apesar de possuir um grande número de usuários nas redes, o Brasil conquistou apenas a 36ª posição no ranking mundial de inclusão digital, realizado no ano passado pela revista inglesa “The Economist”.

Foram avaliados quesitos como disponibilidade, preços, relevância e capacidade de uso das pessoas em relação à internet. O item que mais prejudicou a classificação brasileira foi a alfabetização, por causa da falta de preparo e políticas de apoio para o uso da internet no país. Nesse item, o Brasil cai para a 69ª posição.

Outra prova do impacto da internet na vida das pessoas — e como a falta de acesso pode ser prejudicial — foi vista durante a pandemia. Mais de 25% não conseguiram receber o auxílio emergencial por falta de acesso à internet ou por falta de habilidade de manusear os aplicativos. Os dados são da Fundação Getúlio Vargas, que também relevam que os principais afetados foram pessoas das classes D e E.

Com a rápida transformação digital dos serviços públicos, se torna urgente que toda a população possa ter acesso à internet e que seja incluída digitalmente de alguma forma. Como forma de contribuir para ajudar a resolver essa questão surgiu a Ponto Fácil, startup de serviços públicos e privados que, ao optar pelo modelo de franquias, se tornou a primeira Franquia Fintech / Govtech do Brasil.

“Uma das missões da empresa é tornar os serviços digitais acessíveis para pessoas que normalmente não conseguiriam ou teriam dificuldades de acesso internet e serviços digitais. Por isso, estamos sempre buscando trazer soluções que atendam esse público, assim como a sociedade em geral. O mundo é cada vez mais digital e as pessoas estão sofrendo com a falta de acesso e conhecimento em tecnologia e isso se agrava com o excesso de burocracias no país. Digitalizaram os serviços, mas não digitalizaram a população.”, afirma o CEO e Fundador da Ponto Fácil, Felipe Caldas.

Uma importante aliada que também está na luta para a inclusão digital é a Luana Tavares, especialista em políticas públicas. “Muito se fala da importância da transformação digital, o que de fato é necessário, mas pouco se diz sobre como ela está deixando para traz uma grande parcela da população que não tem acesso a internet. Como exemplo, vejo a Ponto Fácil como uma inspiração para empreendedores do todo país que querem ajudar a resolver questões sociais graves, e também um belo laboratório de políticas públicas. Em SP, por exemplo, o DescomplicaSP e Poupatempo são serviços já existentes, mas que não conseguem chegar em todas as regiões e a Ponto Fácil ajuda a resolver essa questão. Precisamos de mais inovações como essa nos serviços públicos.”, explica Luana Tavares.

É necessário ver o Brasil avançar na inclusão digital e garantir que todos os cidadãos tenham acesso a seus direitos e a cidadania. Por isso, a Ponto Fácil oferece mais de 1.000 serviços e produtos digitais e financeiros, como viabilização para emissão de certidões e documentos (CPF, RG, Título de Eleitor, CNH e outros) consulta a cadastros restritivos, negociação de dívidas e microcrédito, serviços do Poupatempo e Detran, benefícios sociais e INSS, consultas processuais e veiculares, entre outros. Dessa forma, a vida de quem não tem acesso à internet pode ser mais simples. “Todo mundo precisa estar em dia com seus documentos, renovar, tirar 2ª via, pagar suas contas, enfim, é oferecer essa facilidade para a população que nos motiva cada vez mais a crescer. Inclusive, já estamos nas lotéricas, supermercados, shoppings, aeroportos e lojas em centros comerciais”, finaliza Felipe Caldas.

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