A publicação do Ato Nº 8991, de 27 de junho de 2022, pela Anatel, liberando a faixa de 3.700 MHz a 3.800 MHz por estações de serviços terrestres de baixa potência, tem sido considerado um divisor de águas para empresas que demandam alta conectividade em grandes áreas, caso de mineradoras, indústrias siderúrgicas, empresas de energia elétrica etc. Isto porque o movimento da Anatel habilita as redes 5G privadas, permitindo a conexão de dispositivos IoT (internet das coisas) em grandes plantas a um custo menor do que as redes Wi-Fi convencionais.
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Entre as empresas com forte tendência para surfar na onda das redes 5G privadas, Augusto Panachão, vice-presidente de Soluções e Tecnologia da NTT Ltd., explica que, apesar de apresentar custo superior, a tecnologia 5G exige a instalação de um menor número de antenas quando comparada à instalação de access points Wi-Fi em redes privadas de grande cobertura.
“O rádio 5G é mais caro que um access point, obviamente, mas o projeto 5G exige a instalação de um número menor de antenas, além de a tecnologia ser mais precisa para a integração de equipamentos teleguiados, entre outros”, diz Panachão.
A NTT anunciou o lançamento da plataforma Private 5G da NTT Ltd. no Brasil Além da rede, a plataforma aproveita os princípios de design thinking para integrar segurança e privacidade desde a sua concepção, proporcionando desempenho e ótimos benefícios de ROI. Executada em uma arquitetura nativa da nuvem, a plataforma pode ser entregue via cloud, on-premisse ou na borda, e é pré-integrada com os principais parceiros de rede e software, permitindo que as empresas protejam, dimensionem e segmentem suas redes com mais flexibilidade.
Como setores-alvos para a oferta do 5G privado, a companhia cita o automotivo, manufatura, saúde e varejo.
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