De acordo com os resultados dos últimos oito anos, o SAS Brasil obteve uma média anual de crescimento de 7% em receita total de software (Total Software Revenue – TSR) e de 70% em aumento de receita. Para o presidente da subsidiária brasileira, Cássio Pantaleoni, mesmo com um ano desafiador, por causa das eleições, a empresa conseguiu colher bons resultados. Especialmente no último trimestre do ano, que representou cerca de 40% de toda a receita com novas vendas – o que permitiu que a companhia se recuperasse dos efeitos da lentidão econômica do país.
SAS lançará centros de inovação no Brasil em 2019
Entre os destaques de 2018 está o crescimento de 90% em RMSS (Remote Management Software Services) e HMS (Hosting Management Services), assim como o acréscimo de 6% em sua carteira de clientes, sendo grande parte desse número resultado do trabalho desenvolvido pela equipe de Inside Sales. As áreas que tiveram melhor desempenho foram: Fraud and Security Intelligence (15%), Data Management (12%), Internet das Coisas (12%) e Customer Intelligence (10%) e Treinamentos (4%).
Em termos regionais, o Sudeste se mantém na liderança do volume de negócios da empresa no país, com destaque para as verticais de Finanças, responsável por 59% de crescimento, e Telecomunicações e Varejo (27%).
A América Latina como um todo foi responsável por 4% do crescimento global, na comparação com 2017. O Brasil foi o país que mais deu resultados na região – principalmente no setor privado – correspondendo a 33% do faturamento na região, seguido por México, Caribe e América Central (31%), Argentina (14%), e Chile, Peru, Colômbia e Equador (11% cada um).
Enquanto os números mostram que Caribe e a América Central dobraram os resultados em relação a 2017, a Argentina, mesmo diante de uma forte crise econômica, levou o SAS a obter, em apenas dois anos, o melhor resultado de sua história naquele país.
Em nível global, a empresa obteve faturamento de US$ 3,27 bilhões. As vendas de soluções de Cloud, Machine Learning, Gestão de Fraude e Riscos e Inteligência Artificial foram as principais responsáveis por esse resultado.
Novo modelo de negócios
Em 2019, o SAS Brasil seguirá atuando em mercados onde já tem presença consolidada, mas também tem como foco a atuação em outros setores estratégicos por meio do programa de Canais e Alianças. Além disso, a empresa terá um novo foco de atuação. “A estratégia do SAS em 2019 exige um trabalho cada vez mais direcionado ao cliente, em que ele deve ser visto como o centro do negócio”, explica Pantaleoni.
Para isso, o SAS fará uso de um novo modelo de negócios, denominado Agile AX (Agile Analytics), que inicialmente será aplicado aos clientes mais estratégicos da companhia. Trata-se de uma abordagem que consiste na oferta de soluções customizáveis e flexíveis, e que proporcionam uma nova experiência com a inteligência analítica.
O novo modelo deve ser capaz de dar aos clientes a agilidade necessária para lidar com os avanços decorrentes da 4ª Revolução Industrial, da digitalização e da demanda por processos analíticos mais estruturados e industrializados. O objetivo é fortalecer o relacionamento com os clientes e ajudá-los a obter respostas mais rápidas para os problemas de negócios, que resultem em ganho de escala e redução de custos de até 30%.
