Para WillGo, modelo confere menos riscos a quem deseja inovar e é alternativa para ganhar presença geográfica.
Gabriel da Silva, diretor do WillGo Brasil, conta que preferiu tomar um caminho alternativo para o crescimento sustentável da companhia. “Nossa percepção foi a de que ter empreendedores regionais nos possibilita entender as particularidades de cada mercado local”, explica. “Os franqueados são como sócios minoritários, ampliando a capilaridade do aplicativo”. Para ele, a consolidação do modelo de negócio e reconhecimento da marca, contudo, foi essencial antes de aderir ao franchising.
A entrada de startups para o universo das franquias é também vantagem para quem deseja atuar com inovação e tecnologia. “Além do fato de não ser fácil tirar uma startup do papel, é uma forma de reduzir os riscos inerentes à operação do franqueado”, afirma Silva. “O segmento em que atuamos, particularmente, está crescendo 25% ao ano, com altas taxas de retorno e break-even curto. Outra vantagem é que não temos custo de capital investido em estoque”.
O diretor do WillGo também destaca que o próprio mercado de franquias sai beneficiado. O setor, que passa pela crise com relativa tranquilidade – segundo pesquisa recente da ABF (Associação Brasileira de Franchising), o crescimento foi de 8,3% em 2015 –, aproxima-se de segmentos novos e que devem seguir em alta no mercado.