Motoristas de táxi fecharam a Avenida 23 de maio, uma das mais importantes da capital, na tarde dessa terça.

Uber lança recurso que permite pagar corridas de amigos e familiares
Como acontece desde a chegada do Uber ao país, em 2014, os taxistas reclamam do aplicativo, a que acusam de “concorrência desleal”.
Além dos táxis brancos padrão, também participaram do protesto de hoje os motoristas do chamado “táxi preto”, categoria de luxo criada pela prefeitura de SP no final de 2015 como uma alternativa ao Uber Black.
Em coletiva de imprensa, Haddad disse nessa terça que a medida visa também beneficiar taxistas. Isso porque o decreto assinado indica que serviços de transporte individual como o Uber deverão pagar outorga por quilômetro rodado com passageiro, em média R$ 0,10.
Além disso, a medida passará a liberar o corredor exclusivo de ônibus (faixa à esquerda) para os táxis o dia todo, desde que sigam com passageiros. Já a faixa reservada a direita fica liberada para taxistas o dia todo, mesmo que estiverem rodando sem passageiro.
A prefeitura também prevê um limite para a frota de veículos de serviços equivalentes. Segundo o prefeito, a administração vai avaliar a cada três meses se é possível colocar mais carros nas ruas ou não.
O decreto também prevê que motoristas autônomos terão que ter o condutax – habilitação para ser taxista – ou fazer cursos equivalentes.
Rivais do Uber
Recentemente, empresas com serviço parecido ao Uber, como a espanhol Cabify e a indiana WIllGo, anunciaram suas chegadas ao Brasil.