Recém-lançado IDIVERSA B3 é o primeiro da América Latina a combinar critérios de gênero e raça no mesmo indicador
A TIM foi incluída no recém-lançado IDIVERSA B3, índice da bolsa brasileira que considera critérios de gênero e raça para selecionar as empresas que irão compor sua carteira. A empresa é a única do setor de telecomunicações nesta carteira, que conta com 79 ativos de 75 companhias em dez setores econômicos.
A TIM conta com 50% de mulheres na diretoria estatutária. Já no Conselho de Administração e demais níveis de liderança, as profissionais são cerca de um terço. Nesse último grupo, operadora tem como meta alcançar 35% de representatividade. Para isso, vem investindo em programas de desenvolvimento de carreiras, como a Mentoria Intercompany Mulheres Positivas e a parceria com o Todas Group, plataforma de desenvolvimento de lideranças femininas.
No pilar racial, o primeiro objetivo já foi alcançado: ter 40% de pessoas pretas na empresa. Agora, o foco é aumentar ainda mais o acesso delas a cargos de liderança com iniciativas como o TIM Pérolas Negras. O programa formou quase 1 mil colaboradores e colaboradoras na primeira onda e inicia agora uma etapa voltada para desenvolvimento de futuros gestores e gestoras. A ideia é capacitar 50 profissionais negros para assumirem uma posição de liderança na empresa entre 18 e 24 meses.
Além de agora estar na carteira do IDIVERSA, a TIM é uma das 13 companhias brasileiras dentre as mais de 400 organizações do planeta inseridas no Gender Equality Index (GEI) da Bloomberg, carteira que avalia a igualdade de gênero no local de trabalho. Também está há 15 anos seguidos no Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3.
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