A TOTVS divulgou seus resultados financeiros do primeiro trimestre de 2021 e onde apresenta receita líquida total de R$ 720 milhões, um aumento de 20% na comparação ano a ano, com EBITDA ajustado 49% acima do mesmo período de 2020 e margem EBITDA ajustada de 26,3%.
Com esses resultados, a empresa se manteve, pelo terceiro trimestre consecutivo, na Regra dos 40 (com 46%) – quando a soma do crescimento da receita líquida e da margem EBITDA supera 40%, que indica uma empresa com alto potencial de geração de valor. A diretoria da empresa relata que os resultados demonstram que a TOTVS manteve o equilíbrio entre rentabilidade e crescimento.
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Os resultados financeiros operacionais da TOTVS seguem separados em dois principais segmentos: Tecnologia, que envolve os negócios de software da companhia (soluções como de ERP, RH, Verticais, CRM, e-commerce entre outras) e de Techfin (serviços financeiros que não envolvam a assunção de risco de crédito); e Produtos de Crédito (Supplier).
No segmento de Tecnologia, a TOTVS atingiu uma receita de R$ 665 milhões, dos quais R$ 539 milhões gerados por receita recorrente (15% a mais na comparação com o 1T20), que passou a representar 81% da receita de tecnologia – o maior patamar histórico da companhia.
Entre os destaques que contribuíram para o aumento da recorrência estão a oferta de SaaS (Software como Serviço), que teve avanço de 27% no trimestre, na comparação com o mesmo período do ano anterior, e das vendas de nuvem, que apresentaram crescimento de 72%.
Outro destaque em Tecnologia foi a ARR (receita recorrente anualizada) de R$2,3 bilhões, com adição líquida recorde de R$90 milhões no trimestre, 63% acima do mesmo período do ano anterior.
Já na dimensão dos Produtos de Crédito (Supplier), a receita manteve a tendência de crescimento, com um novo recorde de produção de crédito superior a R$ 2 bilhões, o que representa um avanço de 25% em relação ao primeiro trimestre de 2020. O desempenho ganha ainda mais destaque quando considerada a sazonalidade típica nos três primeiros do ano, devido à redução da produção industrial nesse período do ano e à entressafra do agronegócio.
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