Antes de adotar inteligência artificial como motor de crescimento, as empresas precisam voltar a atenção para dentro de casa. É o que defende Bruna Pio, Safe Use of Data da Data Command Center | Securiti. Para ela, a jornada segura rumo à IA depende de um passo inicial indispensável: entender como os dados são coletados, armazenados, acessados e estruturados internamente, de modo a garantir que essa base seja confiável e preparada para sustentar novos projetos tecnológicos.
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Ela ressalta que somente após esse mapeamento interno será possível utilizar os dados para alavancar o negócio com segurança. “É como a inteligência artificial consegue, de forma segura, utilizar de todos os insumos que ele tem de dados dentro de casa hoje, para que ele consiga alavancar o negócio acima disso”, diz
Bruna alertou que usar IA de forma “cega” – sem visibilidade ou preparo interno – representa risco elevado. Ela acredita que, embora seja essencial empregar IA, isso deve ocorrer sob uma estrutura segura, com processos e controles internos bem definidos antes de iniciar a jornada com a tecnologia. “Não utilizar isso de forma segura é um grande risco,” destaca.
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