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Violações de credenciais mostram que identidade digital é o novo perímetro da segurança

Segundo o relatório Cost of a Data Breach 2024, da IBM, as violações causadas por credenciais comprometidas foram as mais recorrentes no último ano, com um custo médio de US$ 4,5 milhões por incidente. O dado mostra que a identidade digital dos usuários se consolida como o novo perímetro a ser protegido. Com ambientes cada vez mais distribuídos, colaboradores remotos, múltiplas aplicações em nuvem e uma infinidade de dispositivos conectados, cresce o protagonismo das soluções de Identity and Access Management (IAM) nas estratégias de cibersegurança.

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A urgência é clara porque violações de identidade são os ataques mais demorados para serem detectados — levando, em média, 328 dias até sua detecção. Para José Roberto Rodrigues, country manager & alliances da Adistec Brasil, não é exagero afirmar que a identidade se tornou um ativo estratégico nas empresas.

“A gestão de identidade já não é mais uma camada técnica da TI. Hoje, é uma engrenagem crítica para proteger dados, atender normas como a LGPD e permitir que os negócios cresçam com segurança e velocidade”, afirma. Ele destaca ainda que a América Latina, embora enfrente desafios específicos, tem mostrado maturidade crescente na adoção de soluções mais avançadas, com forte foco em integração e automação.

Nesse contexto, a chegada de novas plataformas de IAM ao mercado internacional aponta para um movimento de evolução do setor. “Soluções como o DocuSign IAM, que combinam autenticação forte, controle de acessos e inteligência aplicada à governança, mostram como o mercado está pronto para dar um passo além – saindo da simples proteção e entrando no campo da eficiência operacional e do compliance inteligente”, explica José Roberto.

Tendências para combater violações de identidade

Entre as tendências em segurança digital que vêm ganhando força estão o uso de inteligência artificial para análise comportamental, a automação de respostas a riscos de identidade e a adoção de arquiteturas Zero Trust, nas quais nenhum usuário ou dispositivo é considerado confiável por padrão. Além disso, cresce o investimento em experiências de acesso fluídas, especialmente em áreas como saúde, finanças e setor público, onde identidade digital segura também precisa ser sinônimo de agilidade.

A crescente atenção ao tema reforça a importância de debates como os que vêm sendo promovidos em fóruns globais de tecnologia, onde IAM e proteção de identidade ocupam o centro da pauta. A expectativa é que, com o avanço dessas discussões e o amadurecimento das soluções, o mercado esteja cada vez mais preparado para enfrentar os riscos modernos com inteligência, estratégia e colaboração.

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