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Vivo aposta em múltiplos caminhos para monetizar infraestrutura 5G

Diego Aguiar, diretor de operações da Vivo

Operadora aproveita o momento de transformação dos negócios em telecom para se apresentar como empresa de tecnologia. Receita com negócios digitais já chegou aos R$ 2 bi, afirma Diego Aguiar.

A Vivo está apostando em múltiplos caminhos para monetizar sua infraestrutura 5G, incluindo redes privativas, “payficação” de rede e network slicing. “Acreditamos que a monetização do 5G vai acontecer de várias formas”, disse Diego Aguiar, diretor de operações da operadora, em entrevista ao IPNews, durante a Futurecom 2023. “As redes privativas são uma delas, mas várias outras tecnologias vão habilitar e rentabilizar o 5G, como a ´payficação´ de rede e o network slicing”

O executivo também falou sobre o papel da Vivo no desenvolvimento do ecossistema 5G no Brasil. “A gente precisa de mais dispositivos, mais aplicações e mais startups focadas em 5G.”

Aguiar acredita que 2024 será um ano importante para a monetização do 5G no Brasil. “A gente acredita que, em 2024, vamos ver um movimento maior de payficação do 5G”, disse ele. “Com mais dados, mais consolidação e utilização das redes .”

O diretor de operações da Vivo afirma que o foco da operadora hoje é se tornar uma empresa de tecnologia, não mais exclusivamente de telecomunicações. Para isto, foram investidos R$ 9,5 bilhões em expansão e inovação no ano passado. Em 2022, a Vivo criou três empresas na área de ciber, computação em nuvem e internet das coisas (IoT) e big data. Mais recentemente, foi criada a Vivo Vita.

“Nossas receitas com serviços digitais cresceram exponencialmente, já passaram da casa dos R$ 2 bilhões”, informa Aguiar. Assista à entrevista.

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