Expansão se deve à incorporação do sistema em 103 instituições, entre elas universidades, institutos federais e centros de pesquisa.

Unesp vira referência em migração para o IPv6
A ação foi resultado de um projeto da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) para alocação de IPv6, que, além de disponibilizar o protocolo, a RPN também se predispôs a configurar as redes de acesso das instituições usuárias. Dessa forma, cabe ao administrador da rede local apenas configurar a rede interna do campus de sua instituição, o que facilita o processo de implementação do protocolo.
Ao todo, o tráfego em IPv6 passou a estar disponível até a borda. Isso significa que a capacidade de transmissão de dados é utilizada até o limite de gerência da rede acadêmica, que congrega 546 campi das 103 instituições, em 24 estados brasileiros – com exceção de Amapá, Ceará e Distrito Federal.
O projeto de alocação de IPv6 em instituições acadêmicas foi motivado pelo esgotamento de endereços em IPv4 e pelo Plano de Disseminação do Uso IPv6, lançado pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP), que auxilia órgãos públicos na transição entre os dois protocolos e recomenda a adoção do IPv6 até setembro de 2018.