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IoT e 5G sendo implantados em universidade de Cingapura

*Por Vivaldo José Breternitz

Cingapura é conhecida por suas preocupações com segurança, que são parte da cultura local: suas leis são rígidas, há câmeras de vigilância espalhadas por toda a cidade-estado e estão sendo testados robôs para patrulhamento das ruas.

 

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Assim, não é de se estranhar o fato de a National University of Singapore (NUS) estar planejando estudar o uso de aplicativos IoT (Internet of Things ou Internet das Coisas) com o objetivo de gerenciar melhor seu campus. Drones e robôs serão testados para aumentar a segurança e facilitar respostas mais rápidas a situações anômalas detectadas no campus.

A operadora de telefonia StarHub fornecerá tecnologia e serviços 5G e IoT, alimentados por energia solar, que já estão sendo implantados no campus da NUS. Sobre essa estrutura, serão desenvolvidos aplicativos que processarão dados capturados e processados em tempo real, gerando informações para o gerenciamento inteligente do campus.

Diversos aplicativos já estão sendo desenvolvidos, dentre eles alguns voltados à higiene e limpeza: sensores alertarão quando torneiras ou sistemas de descarga estiverem com defeito. Odores e ocupação também serão detectados gerando notificações quando os sanitários precisarem de limpeza.

Também serão desenvolvidos aplicativos voltados à manutenção preditiva, que reduzirão a indisponibilidade de áreas e equipamentos do campus; drones devem inspecionar telhados e fachadas.

Como segurança faz parte da cultura de Cingapura, drones e robôs de patrulha, serão testados visando tornar o ambiente do campus mais seguro e melhorando o tempo de resposta a ocorrências, ao detectar rapidamente quaisquer objetos e atividades suspeitas no campus.

Também aspectos ligados à educação estão sendo considerados, com a NSU afirmando pretender ser uma universidade sem fronteiras, onde o aprendizado e o trabalho podem ocorrer em qualquer lugar, a qualquer hora e por meio de qualquer dispositivo, utilizando a estrutura que está sendo implantada.

Aplicativos de realidade aumentada e virtual também poderão ser desenvolvidos ​​para fornecer salas de aula imersivas, nas quais os professores e alunos poderão acessar os dados coletados no campus, inserindo-os no processo de ensino/aprendizagem.

Quando teremos algo similar por aqui? *Vivaldo José Breternitz é doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atualmente é consultor de empresas.

Este conteúdo é de total responsabilidade do autor, não representando, necessariamente, a opinião do Portal IPNews.

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