A receita líquida normalizada da TIM, na comparação anual, registrou elevação de 19,5% no ano, indo a R$ 21,6 bilhões. Já o fluxo de caixa operacional, um dos principais indicadores da saúde financeira de uma empresa, teve alta de 26,4% na comparação com 2021, chegando a R$ 5,5 bilhões.
CONTEÚDO RELACIONADO – Relatório da Anatel aponta crescimento da base de assinantes de serviços em todas as áreas
O EBITDA normalizado, sempre na comparação com 2021, cresceu 17,2%, com margem de 47,4%, a maior do setor. Os investimentos necessários para garantir a ascensão da companhia para um patamar superior tiveram impactos transitórios já esperados sobre o lucro líquido normalizado, que chegou a R$ 1,8 bilhão, um recuo de 18,4% na comparação com 2021.
No 5G, a operadora tem implantadas com 3.700 antenas, aproximadamente a soma das antenas das principais concorrentes, alcançando todos os bairros de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Recife. No caso da incorporação dos ativos da Oi, a integração de infraestrutura e das frequências encontra-se praticamente finalizada.
“A TIM consolida o seu protagonismo no setor, conduzindo transformações importantes que mudaram a companhia de patamar, como a liderança na implementação do 5G e a incorporação da maior parte dos ativos móveis da Oi. Para coroar este período de trabalho intenso, encerramos 2022 como a única operadora com presença em todos os 5.570 municípios brasileiros. Tudo isso é fruto, sem dúvida, da atuação comprometida com inovação constante, num ambiente diverso e inclusivo. Assim, seguiremos firmes com o objetivo de consolidar a companhia como a melhor operadora do Brasil.” Alberto Griselli, CEO da TIM Brasil.
Participe das comunidades IPNews no Instagram, Facebook, LinkedIn e Twitter.

