13% concordam que possuir mais ferramentas de cibersegurança aumentará a eficácia.
Novo estudo divulgado pela Forcepoint – “O Ponto Humano: Uma Intersecção de Comportamentos, Intenções e Dados Críticos de Negócios”, revela que apenas 4% dos profissionais de cibersegurança estão satisfeitos com os investimentos feitos em tecnologia para suportar as políticas de segurança. Na mesma linha, 13% concordam que possuir mais ferramentas de cibersegurança aumentará a eficácia.
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O estudo revelou também que, apesar de uma maioria esmagadora dos entrevistados – 80% – acreditar que é importante entender o comportamento das pessoas quando interagem com propriedade intelectual e outros dados críticos de negócios, apenas 32% são capazes de fazer isso de maneira eficiente.
Além disso, 78% acreditam que entender a intenção do usuário é importante, porém apenas 28% dos entrevistados possuem atualmente essa capacidade.
Foram entrevistados mais de 1.250 profissionais de cibersegurança atuando globalmente em várias verticais da indústria, inclusive serviços financeiros, de petróleo & gás e do setor de saúde.
O estudo mostra que os profissionais de cibersegurança estão insatisfeitos com os investimentos em tecnologia, ao passo que a proliferação dos dados e as fronteiras cada vez menores de delimitação de redes dificultam ainda mais a segurança.
A pesquisa revela, porém, a vantagem potencial associada à compreensão dos comportamentos e da intenção dos usuários quando interagem com a propriedade intelectual e outros dados que são a base do valor corporativo.
Outra constatação é que a proliferação de dados e redução da delimitação dos perímetros das redes é motivo de preocupação. Quarenta e seis porcento dos profissionais estão bastante ou extremamente preocupados com a junção de aplicativos comerciais e pessoais em dispositivos como smartphones.
Apenas 7% têm uma visibilidade extremamente clara de como os funcionários utilizam dados críticos de negócios em dispositivos próprios ou corporativos; serviços aprovados pela empresa (por ex., Microsoft Exchange) e serviços ao consumidor (por ex., Google Drive, Gmail).
Os e-mails foram considerados a maior ameaça (46%); dispositivos móveis e armazenamento em nuvem também foram considerados áreas de significativa preocupação.
Malware causado por phishing, brechas e contaminação de BYOD, assim como comportamentos inadvertidos de usuários foram considerados os principais riscos (30% cada).
Oitenta porcento dos profissionais acreditam ser muito ou extremamente importante entender os comportamentos das pessoas quando interagem com propriedade intelectual e outros dados, mas apenas 32% são capazes de fazer isso de maneira muito ou extremamente eficaz.
Setenta e oito porcento acreditam que entender a intenção é muito ou extremamente importante, mas apenas 28% são capazes de fazer isso de maneira muito ou extremamente eficaz.
E 72% concordam ou concordam firmemente que a segurança poderia ser melhorada concentrando-se no ponto de interação entre as pessoas e os dados críticos para se compreender melhor comportamentos e intenção.
Mais informações sobre esse a pesquisa, inclusive metodologia, dados demográficos e principais destaques do setor podem ser acessados por aqui.

