
A Ericsson e TIM apresentam essa semana, durante o Futurecom 2019, um teste rodando em 5G aplicado a telemedicina esportiva. A demonstração, que vai permitir avaliar os avanços da tecnologia na área da saúde, consiste em atendimento médico baseado em imagem com luva tátil controlada remotamente via 5G.
O objetivo é demonstrar o efeito do 5G em ultrassonografias realizadas em regiões do corpo bastante afetadas em atletas, como joelho, tornozelo e ombros. Um assistente atua in loco com os atletas, usando a luva tátil, enquanto o médico fará o diagnóstico à distância.
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A baixa latência trazida pelo 5G permitirá ter diagnósticos imediatos e resultados mais rápidos de exames que dependem da comunicação e conexão entre aparelhos (IoT), como aqueles que dependem de imagens em alta resolução para definir diagnósticos. Sendo o ultrassom um exame muito delicado e sensível, o tempo de resposta em níveis baixíssimos permite que dois locais se integrem quase que simultaneamente, viabilizando que o médico especialista no consultório use um joystick para orientar o paramédico no local remoto (ambulância, por exemplo) através de uma luva com sensores. Esta luva recebe as sensações provenientes do joystick do médico e permite que o paramédico posicione perfeitamente o transdutor do ultrassom no paciente a ser examinado.
A indústria da saúde será uma das mais beneficiadas com as facilidades que o 5G leva para a vida das pessoas. Será possível aproximar pacientes em regiões distantes dos grandes centros, como Rio de Janeiro e São Paulo, a profissionais de saúde, que podem, em tempo real, avaliar o tratamento, condições, reações a medicamentos e todos os pontos relevantes de uma consulta médica.
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