
O relatório trimestral da BroadbandNow apontou que, no quarto trimestre de 2020, 70% dos domicílios no País tinham acesso a uma camada de banda larga com fio de baixo custo, definida como US$ 60 ou menos por mês. Em dezembro, o estudo registrou que 59 milhões de residências receberam acesso a uma camada de internet econômica pela primeira vez em 2020.
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“O aumento – de 52% em 2019 – é um sinal positivo nos esforços contínuos para acabar com a divisão digital nos EUA”, disse Tyler Cooper, editor-chefe da BroadbandNow, em um comunicado.
Rhode Island ainda era o estado com a maior porcentual de residentes com acesso a planos de baixo custo, com velocidades de download de 100 Mbps e upload de 25 Mbps, de acordo com o relatório.
Pela primeira vez, os moradores do Alasca tiveram acesso a planos de banda larga de baixo custo, mas a inclusão chegou a menos de 1% da população. Todos os 50 estados mais o Distrito de Columbia agora têm algum nível de acesso a planos de baixo custo, segundo o relatório.
Mas o relatório ainda registra algumas disparidades. Enquanto 78% dos cidadãos dos EUA agora têm acesso a provedores, com capacidade para atender a velocidades de download de 100 Mbps / upload de 25 Mbps, apenas 30% dos americanos têm acesso a planos de baixo preço nessa velocidade.
A FCC disse que os provedores de acesso (ISPs) que receberam investimento financiado para implantar banda larga de alta velocidade em mais de 5,2 milhões de residências e empresas não atendidas, cobriram quase 99% dos locais disponíveis no leilão. Além disto, 99,7% das localidades receberão banda larga com velocidades de pelo menos 100/20 Mbps, com uma esmagadora maioria (mais de 85%) recebendo banda larga de velocidade gigabit.
A FCC havia afirmado que favoreceria ISPs que pudessem construir redes em áreas rurais com velocidades de gigabit. Com informações de agências internacionais
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