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MCTI Futuro: Ministério divulga ICTs e empresas que participarão de programa de capacitação em tecnologia

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) divulgou quais são as 26 Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs) e as 40 empresas que participarão do programa de capacitação em tecnologia MCTI Futuro. Com lançamento previsto para maio e duração de três anos, o plano do ministério é usar o programa para desenvolver 40 mil programadores com experiência prática.

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De acordo com o MCTI, as áreas-alvo de capacitação serão computação em nuvem, big data & analytics, mobilidade, mídias sociais, cibersegurança, Internet das Coisas (IoT), blockchain, robótica, inteligência artificial e machine learning, tratamento de dados e testes de software, entre outras. 

Entre os 26 ICTS, cinco serão localizados em Campinas (SP): Eldorado Campinas, Unicamp, Venturus, CPQD e Softex Campinas. Recife (PE) também teve destaque no programa, com os ICTs da UFPE, Softex Recife e César. Os demais centros estão mais espalhados pelo País: 

  • Eldorado Amazonas (Manaus) 
  • Eldorado RS (Porto Alegre) 
  • PUC-RS 
  • PUC-PR 
  • PUC-Rio 
  • UCB (DF) 
  • Inatel (MG) 
  • Mackenzie (SP) 
  • Ufal (AL) 
  • Atlântico (CE) 
  • SerraTec (Rio) 
  • Senac 
  • Unifei (MG) 
  • FIT 
  • UFT 
  • UEC 
  • UFPR 
  • IFMA 

Dentro do programa, as ICTS terão o papel de trabalhar as demandas presentes e as tendências de trabalho do futuro no âmbito das tecnologias emergentes, além do conteúdo das capacitações em parcerias com os Institutos de Ensino e Pesquisa (IEPs) oferecendo aos alunos a experiência de produção de um projeto real na área da capacitação escolhida. 

Caberá à iniciativa privada, onde se estima haver mais de 200 mil vagas na área de TICs em aberto, abrir oportunidades de experimentação de um projeto em curso nas companhias para os estudantes do MCTI Futuro. As empresas que estão confirmadas no programa são: 

Por fim, os Centros de Excelência, estruturas já financiadas pela Lei de Informática em iniciativas anteriores, ficarão com a responsabilidade de replicar os conteúdos para outras ICTs de modo a conferir capilaridade ao programa interior do País. 

 

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