Pelo menos 77% dos líderes entrevistados pela KPMG disseram que o programa de gerenciamento de risco de terceiros (os parceiros e fornecedores de negócio) é uma prioridade estratégica para os negócios. Além disso, seis em cada dez deles afirmaram que os riscos mais graves para a reputação da organização vêm do fracasso de terceiros no cumprimento de metas. O estudo ouviu 1,1 mil executivos de 14 países, incluindo o Brasil, dos setores automotivo, energia, serviços financeiros, manufatura, farmacêutico e varejo.
CONTEÚDO RELACIONADO – Relatório aponta as principais tendências que devem moldar a segurança de TI em 2021
No entanto, apenas 54% dos entrevistados disseram que priorizam os dados de governança, privacidade e o risco cibernético, mesmo que essa seja considerada o motor mais importante da atividade de terceiros em todos os setores. Quando questionados sobre os motivadores mais importantes da atividade de gerenciamento de parceiros, os três mais citados foram apoio a transformação do negócio (40%), governança de dados e privacidade (39%) e proteção da marca e reputação (36%).
Já sobre os principais riscos monitorados como parte da atividade de gerenciamento de terceiros indicados pelos entrevistados estão o operacional e o financeiro (ambos com 60%), tecnologia (57%) e privacidade (54%). As iniciativas em que a equipe estará concentrando mais tempo e energia nos próximos 12 meses, foram elencadas como prioridades as seguintes: adoção de novas tecnologias (39%), automatização de processos (33%) e padronização de processos em toda empresa (32%).
Participe das comunidades IPNews no Facebook, LinkedIn e Twitter.

