A Stefanini Technology estruturou sua estratégia de cloud com foco no modelo híbrido, que deve permanecer dominante no Brasil. De acordo com estudo da Gartner, até 2027, 90% das empresas deverão adotar modelos de nuvem híbrida, abordagem que permite maior flexibilidade, escalabilidade e segurança, ao mesmo tempo que traz desafios complexos, como a sincronização de dados em diferentes ambientes.
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O modelo híbrido responde de forma mais eficiente às características estruturais do país e às demandas estratégicas das organizações. Com os hyperscalers concentrados majoritariamente na região Sudeste, empresas que operam em outras localidades precisam equilibrar desempenho, custo e disponibilidade, principalmente onde distâncias impactam a latência e a experiência do usuário.
Além disso, operações industriais e logísticas, distribuídas pelo território nacional e que dependem de processamento em tempo real, exigem baixa latência e alta confiabilidade, o que reforça a importância de infraestruturas locais integradas à nuvem pública. Soma-se a isso o atendimento a necessidades regulatórias específicas, que demandam controle sobre dados sensíveis e requisitos de conformidade, consolidando o modelo híbrido como a alternativa mais estratégica, resiliente e aderente à realidade brasileira.
Para acompanhar o avanço da transformação digital impulsionada pela nuvem híbrida, além de aplicações e dados, a integração com cibersegurança tornou-se um diferencial competitivo.
Cloud segura de ponta a ponta
A oferta da Stefanini Private Cloud da Stefanini Technology foi remodelada, levando a companhia a se posicionar no diferencial de sua capacidade ao integrar SOC (Security Operations Center), NOC (Network Operations Center), observabilidade, AIOps e governança de dados. A proposta é entregar uma “cloud segura”, incorporando segurança desde a arquitetura até a sustentação.
Como a Stefanini Technology opera com múltiplos provedores globais, como Amazon Web Services, Microsoft Azure, Google Cloud e Huawei Cloud, além de infraestrutura própria e parcerias, fortalecer a integração para a segurança na nuvem para além da aplicação dos dados é primordial.
“Um modelo de cloud segura de ponta a ponta moderno baseia-se em uma arquitetura com plataformas unificadas que combinam conformidade e proteção de infraestrutura, automação, IA e visibilidade unificada entre ambientes híbridos ou multicloud. Esse modelo protege os dados e aplicações desde o desenvolvimento até a operação final”, avalia Rodrigo Stefanini, CEO Latam e Espanha do Grupo Stefanini.
Cloud como base para IA e governança de dados
Com a explosão da IA generativa, a governança de dados tornou-se prioridade estratégica. A cloud é estratégica nesse sentido, para acelerar negócios, mas não de maneira desordenada.
“O mercado tem olhado para o investimento em cloud, que é o que mais cresce, pelos ganhos e melhorias que podem ser feitos ao longo do processo, como aceleração com as áreas de negócio; e quando entramos no mundo de IA generativa, as empresas estão enfrentando uma questão: a governança de dados. E a cloud traz uma gestão muito importante nesse processo, auxiliando na governança e organização dos dados”, diz Rodrigo Stefanini.
A Stefanini Technology se posiciona como parceira estratégica ao oferecer uma visão completa do ambiente tecnológico de seus clientes, analisando tanto os ativos on-premises quanto os recursos em nuvem para recomendar as melhores práticas de mercado. A companhia atua de forma consultiva, apoiando na definição de governança, no fortalecimento da segurança, na otimização da conectividade e na integração com diferentes áreas do negócio. Dessa forma, reforça seu papel como integradora capaz de conduzir jornadas completas de transformação, da estratégia à implementação e à operação contínua.
Cloud é a bola da vez
Nas big companies e principalmente no mercado financeiro, movimentos com foco em modernização de operações, dados e automação inteligente ganham força e players de tecnologia estão posicionando cloud, cibersegurança e governança de IA como prioridades, refletindo a demanda por ambientes digitais mais resilientes, confiáveis e escaláveis.
“Um dos cenários é que o mercado percebeu que o custo da gestão de uma infraestrutura própria, em alguns momentos, acaba sendo muito oneroso, dependendo do tamanho do impacto; o segundo cenário é que muitos clientes firmaram contratos iniciais com cloud providers e não evoluíram. E aí a conta chega: é preciso pagar o sistema on-premise e o sistema da cloud”, avalia o executivo.
Ele destaca que, atualmente, grande parte das inovações tecnológicas é lançada prioritariamente em plataformas de cloud, que operam sobre infraestruturas constantemente atualizadas. Em ambientes on-premises, por outro lado, a adoção dessas evoluções costuma exigir investimentos recorrentes em atualização de maquinário, resultando em ciclos de aquisição mais longos e maior complexidade operacional.
Já nos provedores de nuvem, novos recursos e funcionalidades são disponibilizados de forma ágil, muitas vezes incorporados aos serviços existentes sem alterações relevantes na estrutura de custos, ampliando a capacidade de inovação das organizações com mais eficiência e escalabilidade. “Sem modernizar, o cliente vai pagar tão caro quanto se estivesse pagando os custos das dependências físicas em vez da nuvem: pode virar cartão de crédito sem limite”, conclui o CEO.
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