Para Alex Leite, CEO da Lafis, a relevância dessas cadeias está na identificação de ameaças e gargalos, o que enriquece a gestão estratégica de riscos.
No 2° SCIP Latin America Competitive Intelligence Summit, Alex Leite, CEO da Lafis, ministrou a palestra “Enriquecendo a gestão estratégica de riscos por meio da análise do sistema da cadeia de valor”. O objetivo da apresentação foi proporcionar uma visão geral de como estabelecer um processo de gestão estratégica avançada de risco, utilizando a análise da cadeia de valor.
Segundo ele, existem algumas etapas que a área de Inteligência Competitiva deve seguir para prover informações necessárias para o melhor suporte à tomada de decisão. Identificação, análise e verificação, plano de gerenciamento e resposta e monitoramento e verificação. “Eu indico seguir essa ordem, mas as empresas podem ver o que cabe melhor e adequar à sua realidade”, afirmou.
Leite salientou que essas ferramentas são importantes para análise de risco e orientou os presentes na construção de uma matriz. “O importante é marcar a probabilidade versus impacto”. Para o executivo, as organizações devem verificar a probabilidade e do impacto do risco para se antecipar e prevenir possíveis acontecimentos. “A análise dos caminhos críticos também agrega muito valor e os gestores têm de estar preparados para possíveis desvios de rota”.
“Risco não se resolve só com tecnologia, as pessoas são fundamentais”, comentou o executivo ao falar que a visão externa também é importante para uma análise do macroambiente, da indústria e da cadeia produtiva. E os riscos detectados precisam ser qualificados e quantificados.
A importância das cadeias de risco é que são uma oportunidade de identificar ameaças e gargalos. Ao analisar, o profissional de Inteligência Competitiva deve ver os elos individualmente, a relação entre eles e fazer benchmarking.

