A operadora Oi informou, nesta quinta-feira, 16, que vai instalar redes WiFi com sinal aberto em abrigos no Rio Grande do Sul, para permitir a comunicação das pessoas que estão desabrigadas pela tragédia climática que atingiu o estado e também o acesso gratuito à internet pelos voluntários e órgãos públicos que trabalham nos locais. A companhia está disponibilizando o e-mail [email protected] que os responsáveis pelos abrigos contatem a empresa e autorizem a instalação dos equipamentos.
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Nesta semana os primeiros abrigos já começam a ter acesso à internet, iniciando por Porto Alegre, que terá suporte das redes da Oi e da V.tal, empresa detentora de infraestrutura de fibra óptica na região. A instalação começou pelo Ginásio da Brigada Militar e será ampliada para outros abrigos que necessitem da comunicação e disponham de viabilidade técnica da rede. O mapeamento está sendo feito com autoridades dos governos municipal e estadual.
A empresa também está atuando para garantir o fornecimento da conectividade aos seus clientes corporativos, órgãos públicos e o atendimento aos serviços de emergência.
Operação especial
Nos últimos 15 dias, ações da operação especial montada pela Oi registraram mais 1.200 eventos tratados pelas equipes de suporte e de campo, para garantir continuidade da comunicação entre os municípios.
Nas situações em que houve isolamento de municípios provocados por inundações, desmoronamento de barreiras e incidentes em rodovias, como queda de pontes, a empresa atuou com celeridade, inclusive criando rotas alternativas para restabelecer a comunicação dos locais afetados. A Oi também atuou em 300 ações de recuperação ou contingenciamento de serviços tridígitos de utilidade pública, permitindo o atendimento à população.
A companhia vem trabalhando ainda na manutenção das infraestruturas de energia e climatização nas estações da empresa e também com mobilização logística especial para garantir o suprimento de materiais, equipamentos, combustível para as frotas e estações e água para infraestrutura de climatização.
Essas estações concentram o tráfego de diversos serviços, como a banda larga e links de redes corporativas e de governos, além de fazerem a interligação do Rio Grande do Sul com outros estados do país, saindo por Florianópolis e Curitiba.
Foram feitas ainda mais de 400 atuações em links de comunicação de dados envolvendo migrações, refiliações interestaduais e atendimento a novos serviços para clientes críticos, que tiveram suas infraestruturas e data centers inundados ou impactados e precisaram criar alternativas para funcionamento das suas redes.
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