Cobertura dos serviços de acesso à internet em alta velocidade chega a 96% da população.
Os acessos em banda larga fixa e móvel das prestadoras privadas chegaram a 36,1 milhões em janeiro, o que representa um crescimento de 53% em relação ao mesmo mês do ano passado. A adição de 12,4 milhões de novos acessos nesse período foi feita ao ritmo de 24 novas instalações por minuto.
O crescimento dos acessos por meio do Serviço Móvel Pessoal (SMP) – que inclui modems de conexão à internet móvel e terminais de terceira geração (3G), como os smartphones – foi de 85%. A cobertura dos serviços de acesso à internet em alta velocidade também está em franca ampliação.
De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), os serviços passaram a ser ofertados em janeiro a 88% dos municípios, ou seja, a 4.897 cidades. Esses municípios concentram 185 milhões de habitantes, o que representa quase a totalidade (96%) da população brasileira.
A competição nos serviços já é uma realidade e está plenamente estabelecida. No País, 1.551 municípios contam com pelo menos duas prestadoras de serviços de acesso à internet em alta velocidade. Destes, 1.035 têm menos de 50 mil habitantes. Nos grandes centros – os 510 municípios que concentram 60% da população – há pelo menos três prestadoras de serviços. E em 174 municípios, que concentram 86 milhões de habitantes, há pelo menos cinco prestadoras.
Os serviços de acesso à internet em alta velocidade continuam alcançando crescentes parcelas da população em municípios de pequeno e médio porte e já chegaram ao pleno atendimento dos grandes centros urbanos.
Essa evolução tem sido vertiginosa, mesmo com a pesada carga tributária, que varia de 43% a 63% sobre o preço dos serviços e é recolhida diretamente aos cofres públicos, onerando o cidadão. Caso os impostos sejam reduzidos, os gastos dos usuários com esses serviços diminuirão na exata proporção da redução desses índices.

