Plataforma é usada desde 2006 para operações de cabotagem.
A Aliança Navegação e Logística divulgou o volume de transações que realiza via Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) desde 2006, quando adotou a plataforma: nada menos do que 1,5 milhão de transações. Esse volume envolvem dados de notas fiscais eletrônicas, conhecimentos de embarque, documentos de cobrança, ocorrência de entrega de mercadorias e posições da viagem. A movimentação se refere às operações de cabotagem, ou seja, o transporte feito nos portos ao longo da costa sul-americana. As transações envolvem mais de 1,4 mil clientes da empresa e, segundo Gustavo Costa, gerente de cabotagem da Aliança, a ferramenta se configura em uma única entrada manual de informações, o que evita erros nas demais etapas do processo. “Temos uma profissional dedicada a divulgar as vantagens e benefícios do EDI nas operações e queremos aumentar ainda mais o número de clientes que utilizam a ferramenta”, afirma o executivo. Para ele, o sistema melhora o planejamento logístico, em função da recepção antecipada das informações, além de reduzir o consumo de papel. Entre 2013 e 2014, a Aliança reestruturou sua frota de cabotagem, com um investimento de R$ 700 milhões na compra de 6 navios porta-contêineres com capacidades que variam de 3.800 TEUs a 4.800 TEUs. Atualmente, a empresa conta com 13 navios em operação no serviço, com amplo atendimento em 15 portos de Buenos Aires até Manaus, e um total de 104 escalas mensais.

