Sistema operacional da Google supera o Symbian da Nokia.
As vendas de smartphones baseadas no Android chegaram a 32.9 milhões no mundo no quarto trimestre de 2010 e fizeram com que se tornasse o sistema operacional mais vendido no mercado de telefones inteligentes, de acordo com pesquisa da empresa Canalys.
A plataforma da Nokia está agora em segundo lugar. No mesmo período de 2009, o Symbian comercializou 23.9 milhões. Sua participação de mercado caiu de 44.4% para 30.6%, principalmente devido ao grande crescimento de vendas do Android, de 615.1% por ano. Em 12 meses, a participação de mercado do Android cresceu de 8.4% a 32.5%.
O Android subiu no ranking de sistemas operacionais poucos trimestres antes do previsto anteriormente, de acordo com Pete Cunningham, analista da Canalys. No quarto trimestre, contribuiu com o Android altas vendas das empresas LG, Samsung, Acer e HTC. HTC e Samsung juntas representam aproximadamente 45% das vendas do Android.
A participação de mercado da Apple caiu 0.3% pontos, para 16%, apesar das vendas crescerem de 8.7 para 16.2 millhões de iPhones. A empresa está determinada a ser referência de usabilidade e de participação de mercado entre os parceiros e desenvolvedores.
A participação de mercado da RIM diminuiu de 20% para 14.4%, apesar das vendas crescerem de 10.7 para 14.6 milhões de smartphones. O fato da RIM reconquistar o primeiro lugar da Apple nas vendas dos Estados Unidos pode ser um “consolo”.
O Windows Phone 7 surgiu tarde demais no trimester para tirar vantagem das compras de feriado. Como resultado, a participação de mercado da Microsoft caiu de 7.2% para 3.1%. As vendas dele se mantiveram constantes.
A Nokia se esforçou para reter sua posição de maior vendedora de smartphone, com 28% de vendas. Apple está no segundo lugar com 16%, seguida pela RIM com 14%, Samsung com 11 % e HTC com 8%.
Este deve ser um ano bastante competitivo, com vendedores procurando usar novas tecnologias, como os processadore dual-core, NFC (Near-Field Communications) e dispositivos 3D na disputa pelos investimentos dos consumidores.

