Segurança

Aplicações e APIs sob ataque levam F5 a investir em análise semântica de consultas e respostas da IA generativa

Na economia digital do Brasil, o coração dos processos de negócios são aplicações e APIs (Application Programming Interfaces) reinventadas sem cessar. Essas plataformas são seres vivos que sofrem atualizações e transformações 24×7, consumindo tanto dados próprios da organização usuária como dados gerados e processados em plataformas de outras empresas. É esse o contexto em que atua a F5, empresa norte-americana que foi fundada há 30 anos e opera há 21 no Brasil. As maiores plataformas de Internet Banking, e-government (inclusive financeiro), e-commerce e de outras indústrias dependem da inteligência F5 para rodar com performance e segurança. Entre esses clientes é possível mencionar a cooperativa financeira Sistema Ailos e o SEBRAE MT, do Mato Grosso. Em todos os casos, trata-se de empresas que usam Apps que processam milhões de transações de negócios por segundo. Por isso mesmo, essas aplicações e APIs são um alvo primordial dos atacantes digitais.

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Hoje, os clientes da F5 enfrentam desafios na proteção de ambientes baseados em IA e atacados por meio de soluções de IA. Com a explosão do modelo da IA generativa, as grandes aplicações brasileiras ficaram mais uma vez no limiar de uma transformação que pode trazer vários riscos às empresas. Ataques baseados em IA são uma realidade – daí a importância de recursos avançados do F5 ADSP (F5 Application Delivery Security Plataform) como o AI Guardrails e o AI Red Team.

A soma dessas inteligências primeiramente estabelece os limites (o guardrail) de acessos e respostas realizados nas plataformas próprias ou públicas de IA. “Isso é feito a partir de uma análise semântica muito precisa, customizada para o universo de conteúdos e dados de cada cliente. É um grande diferencial do mercado da F5”, explica Roberto Ricossa, Vice-Presidente da F5 LATAM. O AI Red Team, por outro lado, explora, também com o uso da IA, até 10 mil novas ameaças por mês. “A plataforma simula ataques múltiplos, buscando identificar vulnerabilidades nos sistemas das empresas. A soma das 2 inteligências garante uma abordagem resiliente e sempre atualizada de defesa de aplicações e APIs, algo crítico para os negócios do Brasil em 2026”, detalha.

Essa é mais uma etapa de uma jornada fiel ao DNA de analisar as demandas dos Apps e das APIs que movem a economia local e, a partir daí, antecipar soluções que preservam os processos de negócios. “A F5 Brasil conta com clientes que há décadas confiam em nossas soluções e no ecossistema de parceiros da F5 para sustentar suas operações. São contratos multianuais no formato recorrente. A razão para o sucesso desse modelo é que atuamos como parceiros de inovação de nossos clientes em longo prazo, entregando os diferenciais que os líderes digitais precisam para vencer em seus mercados”, explica Ricossa. Esse papel estratégico traz para o ecossistema da F5 Brasil novos desafios em 2026. “30 anos depois de nossa fundação, vivemos uma disputa cibernética entre atacantes digitais que exploram a IA para automatizar seus ganhos e, do outro lado, empresas como a F5, que investem bilhões de dólares em desenvolvimento e pesquisa para antecipar e bloquear, também com o uso da IA, essas ações criminosas. 2026 será o ano da guerra da IA do mal contra a IA do bem”.

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