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As dez principais tendências em infra e operações para 2018, segundo o Gartner

Gartner divulgou dez tecnologias e tendências para apoiar a transformação digital de empresas. A consultoria acredita que os itens trarão impacto nas equipes de infraestrutura e opeação nos próximos anos e algumas delas já estão acontecendo. Confira: 

  1. Planejamento GeográficoOs fatores externos, incluindo novas leis globais como o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia, as cargas de trabalho de cada região e o acesso à rede global e regional estão levando a TI a gastar mais tempo no planejamento geográfico como parte de suas estratégias de longo prazo. O objetivo em longo prazo não é possuir uma infraestrutura global, mas construir a infraestrutura necessária para suportar o negócio por meio de parceiros, bem como alavancar a infraestrutura de parceiros de uma organização para ajudar a apoiar iniciativas como múltiplas conexões de rede e design e suporte de infraestrutura. 
  2. IntelligentEdge  Muitos projetos de negócios digitais criam dados que podem ser processados de forma mais eficiente quando o poder de computação é próximo da coisa ou da pessoa que o gera. As soluções de Edge Computing abordam essa necessidade de poder de computação localizada. A era da inteligência serve como a extensão descentralizada das redes de campus, redes celulares, redes de data center ou a nuvem. As organizações que embarcaram em uma jornada de negócio digital perceberam que é necessária uma abordagem mais descentralizada para atender aos requisitos de infraestrutura de negócios digitais. 
  3. Intent-basedNetworking (IBNS)  O Gartner prevê que até 2020, mais de mil grandes empresas usarão sistemas de IBNS, um software de rede que ajuda a planejar, implementar e operar redes que podem melhorar a disponibilidade e agilidade das empresas. Com a IBNS, ao invés de definir explicitamente a rede o que precisa ser feito, o software traduz a intenção do negócio para determinar a “correção” da configuração da rede antes da implantação. O sistema então compara continuamente o estado real e desejado da rede em execução. 
  4. Economia de IntegraçãoUm negócio digital é suportado por plataformas tecnológicas em cinco áreas: Sistemas de Informação, Experiência do Cliente, Dados e Análises, IoT e Ecossistemas. A plataforma de tecnologia de ecossistemas apoia a criação e conexão de ecossistemas externos, mercados e comunidades, e o gerenciamento da Interface de Desempenho de Aplicativos permite que a plataforma digital funcione. As organizações devem projetar APIs, com base nos requisitos do ecossistema, não “de fora para fora”, com base em aplicativos existentes ou infraestrutura tecnológica. 
  5. Reputação e Experiência DigitalExistem duas tendências interligadas que afetam os negócios hoje que não têm nada a ver com a infraestrutura de TI, mas tudo a ver com o design da infraestrutura. O Gerenciamento de Experiência Digital (DEM, na sigla em inglês) é o impacto de apresentar a experiência digital correta aos clientes. A experiência pode ser móvel ou baseada na web, e deve estar sempre disponível, melhorando e executando continuamente de forma rápida e consistente. Se algum desses itens estiverem faltando, a satisfação do cliente corre riscos. 
  6. Novas Realidades As unidades de negócios exigem agilidade, abrindo novos mercados e criando formas inovadoras de interagir com os clientes. Mais de 30% dos gastos atuais em TI não fazem parte do orçamento do setor, mas a responsabilidade geral por apoiar essas novas iniciativas – uma vez que elas são testadas e estabilizadas – residirá com TI tradicional. Gerenciar esses fluxos de trabalho e novos tipos de ativos neste ambiente híbrido, independentemente de onde eles estão localizados, se tornará crucial para o sucesso da TI. 
  7. DCaaScomo Estratégia  Em um mundo perfeito, pelo menos na perspectiva de muitos líderes empresariais, a TI e o centro de dados seriam essencialmente um gerador muito ágil de resultados de serviços, e não o proprietário da infraestrutura. Para fazer isso, as organizações estão criando um modelo de Data Center como Serviço (DCaaS), no qual o papel da TI e do centro de dados é entregar o serviço certo, no ritmo certo, do provedor certo, ao preço certo.  
  8. Adoção deNuvemCautelosa  Para muitas empresas, migrar para a nuvem é um processo lento e controlado. Os provedores de hospedagem estabeleceram nuvens privadas em suas instalações para fornecer aos clientes alguns serviços básicos, permitindo migrações controladas e um ambiente de nuvem “seguro” como um passo para o aumento da adoção. À medida que os clientes se sentem confortáveis com esses serviços e custos, o aumento das migrações para provedores externos é habilitado através de serviços de interconexão. Usar esse ecossistema parceiro para permitir uma infraestrutura ágil é uma tendência emergente. 
  9. Otimização deCapacidade As organizações precisam se concentrar na otimização da capacidade e evitar desperdícios. Esse problema pode ser encontrado tanto nos data centers quanto na nuvem. As organizações devem aprender a se concentrar não apenas no tempo de atividade e na disponibilidade, mas também na capacidade, na utilização e na densidade.  
  10. Gerenciamento deInfraestruturaAmpliada  O centro de dados como única fonte de infraestrutura de TI deu lugar a um modelo híbrido de instalações locais, colocação, hospedagem e soluções de nuvem públicas e privadas. Esses elementos estão sendo combinados com um foco no fornecimento de serviços e resultados de negócios, ao invés de um foco na infraestrutura física. As empresas devem aplicar uma “mão firme” para a estratégia e planejamento de TI, de futuro, em toda a empresa, e aplicar proteções apropriadas, ou enfrentar a possibilidade de perder relevância, governança e agilidade empresarial. 
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