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Avast e Borsetta unem-se à Intel para lançar o Instituto Privado de Pesquisa Colaborativa em AI

A Avast, fornecedora de soluções de cibersegurança, e a Borsetta, empresa de serviços de hardware de computador baseado em software de AI, anunciaram que se juntarão à Intel no lançamento do Instituto Privado de Pesquisa Colaborativa em Inteligência Artificial. O propósito da nova colaboração será avançar e desenvolver tecnologias que fortaleçam a privacidade e a confiança para inteligência artificial descentralizada.

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Este programa foi originalmente estabelecido pela University Research & Collaboration Office (URC) da Intel que, então, expandiu o potencial de colaboração do instituto convidando a Avast e a Borsetta para unir forças. Juntas, as partes lançaram uma chamada para propostas de pesquisas no início deste ano e selecionaram os primeiros nove projetos a serem apoiados pelo Instituto de Pesquisa Colaborativa em Inteligência Artificial, em oito universidades: 

  • Carnegie Mellon University, nos EUA 
  • Universidade da Califórnia, em San Diego, nos EUA 
  • University of Southern California, nos EUA 
  • Universidade de Toronto, no Canadá 
  • Universidade de Waterloo, no Canadá 
  • Universidade Técnica de Darmstadt, na Alemanha 
  • Université Catholique de Louvain, na Bélgica 
  • National University of Singapore, em Singapura 

O Instituto Privado de Pesquisa Colaborativa em AI irá encorajar e apoiar pesquisas para a solução de desafios da inteligência artificial. Ele será dedicado à adoção de uma abordagem ética voltada ao desenvolvimento desta tecnologia e visa descentralizar a AI e mover as análises relacionadas para a borda de rede. Entre os desafios estão: 

  • Dados de treinamento descentralizados em silos isolados e frequentemente inacessíveis para treinamento centralizado; 
  • As atuais soluções que exigem um único data center confiável são frágeis – o treinamento centralizado pode ser facilmente atacado, modificando os dados em qualquer ponto entre a coleta e a nuvem; 
  • Modelos centralizados tornam-se obsoletos rapidamente, pois os dados na borda mudam com frequência. Hoje, ciclos de lote infrequentes para coleta, treinamento e implantação podem levar a modelos desatualizados. Um retreinamento contínuo e diferenciado não é possível; 
  • Os recursos de computação centralizados são caros e limitados por comunicação e latência. 
  • Aprendizado de máquina federado – uma técnica usada para treinar um algoritmo em múltiplos dispositivos descentralizados de borda – é limitado. Embora a atual inteligência artificial federada possa acessar dados na borda, ela não pode garantir simultaneamente precisão, privacidade e segurança. 

 

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