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Banco de dados Oracle 11g traz inovações

Robson Sanchez, da Oracle

Robson Sanchez, da Oracle

A nova versão oferece desempenho superior, escalabilidade, segurança e facilidade de gerenciamento em um grid de servidores e armazenamento padrão de mercado.

Com mais de 400 novos recursos e 15 milhões de horas de testes, a Oracle lança no Brasil o banco de dados Oracle 11g, que torna a gestão das informações empresariais mais fácil, permitindo que os clientes dediquem mais tempo aos seus negócios e inovem com agilidade.

“Nossa linha de desenvolvimento é efetiva, há 30 anos trazemos novidades em banco de dados”, afirma Robson Sanchez, consultor de vendas da Oracle. De acordo com a empresa, a solução oferece desempenho superior, escalabilidade, disponibilidade, segurança e facilidade de gerenciamento em um grid de servidores e armazenamento padrão de mercado.

“O banco de dados 11g possui uma série de melhorias, como compressão avançada de dados, que reduz em 1/3 o consumo de espaço em armazenamento de discos sem a perda de performance, e auto-gerenciamento do banco de dados, que reduz significativamente a necessidade de mão de obra especializada”, diz Luís Carlos Lara Watanabi, CEO da Walar IT Business, parceiro da Oracle.

Enquanto a versão 10g contava com assistentes de auxílio para recuperação, a nova versão conta com um auxiliar que monitora as atividades e auxilia a recuperação. “O 11g é uma solução mais fácil de ser gerenciada”, resume Sanchez. A solução ainda conta com Standby para teste aberto para leitura, o que garante a integridade dos dados.

O recurso Flashback Data Archive and Transaction torna a recuperação de erros humanos mais rápida. “A ferramenta quebra a barreira de tempo e espaço. Temos uma infra-estrutura de recuperação sem limite de tempo, é possível recuperar dados de até cinco anos atrás”, explica Sanchez.

A solução conta ainda com Secure Enterprise Search (grupo completo de conectores); Content DB and Records DB (gerenciamento de conteúdo no banco); XML (suporte a xml binário); Text (suporte a RDF e OWL); Location & Spatial (suporte a dados 3D); Multimedia, que permite não só o armazenamento de imagens, mas também que elas sejam trabalhadas; e Relational (novo armazenamento SecureFiles LOB), capacidade de comprimir os dados e quebrar barreiras para melhor desempenho no armazenamento de arquivos.

A funcionalidade Real Application Testing tem a capacidade de capturar toda a carga de reprodução e replicar para um ambiente de homologação, o que gera testes mais efetivos. Além disso, é possível encontrar problemas de desempenho SQL com o Performance Analyzer.

O Oracle Partitioning da nova versão tem particionamento por referência, criação automática de partições, e novos particionamentos compostos: range-range, list-range, list-list e list-hash. “Assim, podemos estruturar nossas tabelas de acordo com o negócio, aumentando o desempenho”, diz Sanchez. A função ainda reduz o tempo de manutenção, backup e restauração, além de garantir maior desempenho no acesso às informações.

Com o Advanced Compression Option a compressão de tabelas agora é disponível para todas as aplicações; o banco de dados lê diretamente o dado comprimido eliminando o overhead da descompressão. Já o ILM (Information Lifecycle Management) possibilita dividir as informações em camadas de storage diferentes.

Sanchez explica que hoje, no mercado de TI, grande parte dos clientes ainda trabalham com ilhas computacionais, com algumas operando no limite enquanto outras ficam praticamente inativas, o que causa a sub-utilização de processamento e armazenamento e consequentemente a superutilização de DBAs e administradores de sistemas. O problema é que as necessidades de negócio mudam rapidamente, mas a infra-estrutura dificilmente acompanha as mudanças. “Com a nova versão temos capacidade sob demanda, que acompanha os negócios. A flexibilidade é maior, cada servidor pode ser atualizado distintamente e o gerenciamento é único”, defende Sanchez.

“Além disso, para nós, parceiros, a solução trouxe maior possibilidade de negócios, tanto na venda de produtos como nos serviços, pois muitas das novas funcionalidades possuem benefícios mensuráveis e facilitam o trabalho de convencer a direção da empresa a investir nestas tecnologias, ou seja, é possível apresentar para estes projetos um ROI de curto e médio prazo”, afirma Watanabi.

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