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Banco utiliza videomonitoramento para evitar fraudes

Banco de Brasília usa o vídeo digital para identificar novos esquemas criminosos e prevê o uso de analíticos como reconhecimento facial para aprimorar a experiência dos clientes nas agências.

A digitalização do setor bancário avançou nos últimos anos, principalmente nos serviços digitais oferecidos aos clientes – é possível realizar transações, pagar boletos ou verificar investimentos sem sair de casa. Agora, a digitalização está alcançando as agências. O Banco de Brasília, que possui 127 agências no Brasil, digitalizou todo o seu sistema de videomonitoramento, e já avança para incluir áudio digital, tecnologias inteligentes para a gestão automática de filas, reconhecimento facial para reduzir fraudes e outros recursos voltados à melhoria do atendimento.

Com a maior qualidade de imagem, a equipe de segurança já é capaz de identificar possíveis fraudes nos cartões dos clientes nas máquinas de autoatendimento. Além disso, as câmeras instaladas continuaram gravando mesmo quando uma quadrilha explodiu uma das agências – isso porque os modelos escolhidos para as áreas internas contam com tecnologia antivandalismo, que suporta impactos de até 1 tonelada.

Recentemente, a experiência positiva e a preocupação em manter o alto nível de segurança das agências levou o BRB a atualizar a plataforma tecnológica com câmeras Axis com tecnologias como WDR com Captura Forense, para imagens ainda mais úteis em investigações. O BRB se tornou uma referência e, atualmente, as imagens das agências e do entorno vêm complementando o trabalho de investigação dos agentes de segurança – em ocorrências que acontecem próximas às agências.

Atendimento personalizado e tecnologia

As filas nos bancos podem ser reduzidas pela tecnologia. As câmeras de rede adotadas pelo BRB suportam analíticos de vídeos que, sozinhos, podem identificar quantas pessoas estão aguardando e reduzir a espera – realocando profissionais para o atendimento ou mesmo enviando um alerta para que a instituição financeira abra mais caixas. Essa melhoria na gestão de filas através das câmeras está nos planos do banco.

O projeto também possui inovações como a abertura de agências de forma remota. Quando um colaborador do banco se apresenta pela manhã, ele aproxima seu cartão de uma leitora, para identificação. Em seguida, aproxima a digital de uma leitora biométrica, para dupla validação. Nesse momento, um operador na Central verifica visualmente se tudo está tranquilo ou se o colaborador está sendo coagido. Estando tudo normal, o operador clica num botão e a agência é aberta. No final do dia, o administrador da dependência faz o check-out para registrar sua saída, e toda essa operação do dia fica registrada no sistema para fins de investigação.

Outro recurso é a instalação de alto-falantes IP nas agências. Dez minutos antes do fechamento de uma agência, os clientes ouvem uma mensagem pré-gravada alertando quanto ao fechamento iminente. Cinco minutos antes, outra mensagem para finalizarem as transações. Caso algum cliente permaneça na agência após seu fechamento automático, o operador recebe um alerta na central e vê a pessoa pelas câmeras, e usa o mesmo alto-falante IP para orientar o cliente em tempo real e de forma humanizada.

 

 

 

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