Segurança

Bancos são os maiores alvos das “iscas” virtuais

Relatório que analisou esse tipo de ameaça destaca que hackers estão investindo mais tempo em personalizar iscas e 33% dos ataques se concentram no setor bancário.

 

O “Relatório e Análise de Serviços Financeiros em 2015”, realizado pela Raytheon Websense, empresa especializada em proteção contra ataques virtuais e roubos de dados, aponta que os hackers estão investindo mais tempo em reconhecimento e iscas para identificar grandes payloads (transmissores de dados). De janeiro a maio de 2015, praticamente um terço dos ataques mundiais utilizando iscas visaram o setor de Serviços Financeiros, de acordo com o estudo.

O processo tem uma dinâmica conhecida: os hackers se aproveitam das informações coletadas na fase de reconhecimento e criam iscas, as enviando por e-mails aparentemente confiáveis para enganar usuários e os levar a clicar em links comprometidos.

5 passos para manter o e-mail empresarial seguro

Essas mensagens tendem a ser de natureza profissional, envolvendo detalhes sobre faturas, pagamentos por depósitos e transações financeiras, além de fornecedores terceirizados.

Outro dado do relatório é que, em 6,6% de todos os incidentes de call home, há evidências de que, depois de instalados em um host de serviços financeiros, os cibercriminosos tentem se manter conectados, para roubar mais dados.

Newsletter

Inscreva-se para receber nossa newsletter semanal
com as principais notícias em primeira mão.