VP da MicroStrategy para América Latina afirma que as empresas brasileiras estão saindo do BI departamental e migrando para o BI corporativo.
“Em momentos de crise, o potencial de crescimento do mercado de Business Intelligence é muito maior. Pode até haver um ou dois meses de diminuição de investimentos, mas a tendência será as empresas buscarem um ambiente de gestão mais eficiente”, diz Flavio Bolieiro, vice-presidente para a América Latina da MicroStrategy, fornecedora independente de software de Business Intelligence.
Segundo estudo intitulado IDC Latin America CEOs Priorities 2008, que ouviu 187 CEOs nas três maiores economias da América Latina , a maioria dos entrevistados acredita que a área de foco nº 1 em seus departamentos de TI seja a de desenvolvimento e implementação de novas aplicações estratégicas para melhorar a competitividade, nicho onde o BI se destaca. “O BI está cada vez mais atrelado às áreas de negócios dentro das companhias e não às áreas de tecnologia. O Business Intelligence deve ser visto como um agente de negócios”, diz Bolieiro.
O executivo afirma ter observado que as empresas, no país, estão saindo do BI departamental e migrando para o BI corporativo. “Se consideramos que o mercado de BI passa por cerca de cinco fases em seu processo de amadurecimento, podemos afirmar que a quarta etapa seria a adoção do BI corporativo, que é o que estamos agora presenciando no Brasil. A quinta etapa seria a evolução para o Pervasive BI, que seria o BI disseminado por toda a empresa, sendo um apoio até mesmo para uma operadora de call center, por exemplo”, finaliza o executivo.

