China e a Indonésia foram responsáveis por mais de 50% do volume total.
Segundo uma pesquisa divulgada pela Akamai, o Brasil foi a 8ª maior fonte de ataques do mundo no último trimestre, com 1,4%.
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No estudo também estão presentes observações sobre ataques DDoS e um levantamento dos navegadores móveis usados em conexões de rede, coletados por meio do Akamai Internet Observatory.
No período, 318 ataques DDoS foram reportados pelos usuários da plataforma, 54% acima dos 208 do último período. Do total, 134 foram apontados por grandes corporações – que incluem instituições financeiras, e 91 pelo segmento de Comércio, 53 por clientes de Mídia e Entretenimento, 23 por empresas de Tecnologia e 17 por agências do setor Público.
A partir monitoramento na infraestrutura, a companhia identificou os países nos quais os ataques são originados, e os principais alvos. A região de origem do IP de ataque pode não representar a nação na qual o hacker reside, e durante o período analisado, o relatório identificou tráfego de ataques a partir de 175 países ou regiões, dois a menos do que o verificado no trimestre passado. A Indonésia aparece como a primeira fonte de ameaças, em volume, com 38%. A China aparece em segundo lugar, com 33%, e os EUA ficam na terceira colocação, com 6,9% dos ataques.
As dez maiores regiões e países fontes de ataque geraram 89% das ameaças observadas no período, sendo que, novamente, a China e a Indonésia foram responsáveis por mais de 50% do volume total. Assim como no trimestre anterior, o Brasil figura em 8º lugar, com 1,4%.
Em relação às portas mais vulneráveis, pela primeira vez a 445 (Microsoft-DS) não foi a ficou em terceiro lugar com 15% do tráfego de ataques; a porta 443 (SSL [HTTPS]) registrou 17% das vulnerabilidades do período, e a 80 (WWW [HTTP]), 24%.

