Para Patricia Florissi, vice presidente e global chief technology officer (CTO) da EMC, além de dominar novas tecnologias, profissionais precisarão aprender a trabalhar em time.
Tecnologias apontadas, não como tendência, mas como certeza no mundo corporativo da próxima década, como big data, mobilidade e cloud compuging, disparam um alerta às universidades e empresas contratantes: os profissionais não estão preparados para a esta nova realidade.
Desvalorização do Real retarda projetos de TIC
Isso porque, segundo Patrícia Florisse, vice presdente e global chief technology officer da EMC, a terceira plataforma, como prega a EMC, é uma integração das novas tecnologias e exigirá dos profissionais, além de conhecimentos técnicos, habilidades de trabalho em grupos multidisciplinares.
“A Harvard Business Review publicou que a Ciência de Dados é a profissão mais sex da próxima década”, brica Patrícia. “Este profissional tem papel fundamental na adoção de big data mas, se por um lado domina a tecnologia, por outro ele enfrenta o desafio transformar o big data, o que pode ser amenizado com a atuação de matemáticos, estatísticos, cientistas da computação e outros especialistas”, pondera.
Patrícia reforça que a 3a plataforma é um esporte de time, uma disciplina que perpassa muitas áreas da ciência e inclui o profissional de negócios, aquele que traduz os problemas no sentido das variáveis empresariais.
N área de cloud computing, Patrícia também aponta que o desafio é a integração dos profissionais de redes de computação, com os especialistas em storage, servidores e banco de dados. “Precisamos entender que não haverão mais estas bordas e estes profissionais terão que trabalhar na nova plataforma”, reforça.
Segundo ela, o problema é que esses grupos profissionais foram treinados para atuar isoladamente, e agora será preciso convencê-los a trabalhar em harmonia. “Na nuvem há o agravante da automação, algo que assusta as pessoas pelo medo de perder importância dentro da operação”, salienta.

