4ª Vara da Justiça Federal Criminal de SP proferiu sentença inocentando o executivo de todas as acusações. Juiz alega que todos elementos apresentados contra Carnevali foram impugnados por sua defesa.
Carnevalli rescinde contrato com Cisco
Fabricantes esperam mudanças após “Operação Persona”
Carnevalli foi assistido pelos escritórios Reale & Moreira Porto / Muylaert, Livingston e Kok Advogados.
O juiz Luiz Renato Pacheco Chaves de Oliveira ainda mencionou em sua decisão que o principal motivo está baseado em não haver sido provado o relacionamento de Carnevali com a MUDE motivando sua absolvição por ausência de elementos que comprovem a autoria delitiva.
As alegações do Ministério Público que pesavam contra o executivo, à época, tentavam imputar co-responsabilidade aos crimes supostamente praticados pelas empresas que importavam equipamentos Cisco àquela época, ligando o nome de Carnevalli à MUDE.
Carnevali estava se preparando para alçar vôos mais altos, após deixa a presidência da empresa para América Latina, ao passo que estava sendo sondado por várias empresas do setor de atuação da Cisco e enquanto negociava com a Cisco ocupar uma posição internacional de consultoria junto à corporação, fora surpreendido pelas ações de busca e apreensão em sua residência decorrentes da então Operação Persona, não tendo contado com nenhum apoio da corporação.


