Entidade aderiu ao VoIP como forma de reduzir custos com interurbanos, ao mesmo tempo em que visava seguir as inovações tecnológicas. Recentemente, foram adquiridos equipamentos da Siemens e da Alcatel via pregão eletrônico para as centrais telefônicas.
A Caixa Econômica Federal mostrou pioneirismo ao adotar, em 2001, a voz sobre IP. A decisão pelo uso da tecnologia partiu de uma mistura das necessidades de internalização do tráfego, redução de custos com interurbanos e de inovação. Para colocar o sistema em pé, foram escolhidas, através de licitação, tecnologias aderentes aos padrões ITU H323e SIP.
Recentemente, foram adquiridos equipamentos da Siemens e da Alcatel via pregão eletrônico para as centrais telefônicas. Segundo a área de TI da Caixa, hoje a infra-estrutura é composta por dois “servidores de chamadas” centralizados e alguns PBX IP nas Unidades. Também há terminais telefônicos convencionais, telefones IP e alguns softphones. Os investimentos não foram revelados.
Em relação à implantação, num primeiro momento, em 2002, quando as soluções de mercado ainda eram incipientes, o projeto foi realizado com cautela. Com a evolução e maturidade das tecnologias, os investimentos passaram a ser realizados de forma gradativa.
Hoje, a telefonia IP está sendo utilizada em algumas áreas do prédio Matriz da Caixa Econômica Federal, localizado em Brasília, e nos Call Centers do banco. Já o VoIP, está interligando o PABX de grandes prédios administrativos, com forte interesse de tráfego entre si.
Os benefícios citados pela área de TI são flexibilidade, novas funcionalidades, convergência, redução de TCO e adequação às inovações de mercado. A economia é crescente, advinda da internalização de tráfego. A qualidade também é considerada satisfatória e, por isso, desperta planos de expansão do uso da tecnologia no futuro, apesar de não haver projetos de grande vulto a curto ou médio prazo.

