Operadora móvel foi a única a não solicitar o adiamento do prazo estabelecido pela Anatel.
A Claro, única operadora móvel que não solicitou o adiamento do prazo estabelecido pela Anatel para o início gradual da portabilidade numérica no País em 1º de setembro, afirmou reconhecer a complexidade técnica de implantação do sistema e disse estar pronta para os desafios desta operação. Com a portabilidade, os usuários de telefonia móvel e fixa poderão mudar de operadora sem a necessidade de alterar o número de telefone.
“Atender a esse direito é uma prioridade para a Claro. Nossa empresa deseja contribuir de forma positiva para que a portabilidade seja um sucesso em nosso País e, desde o início dos trabalhos e prazos determinados pela Anatel, procurou organizar-se, com enorme esforço, para corresponder aos desafios técnicos e tarefas estabelecidas”, ressalta o presidente da Claro, João Cox.
Segundo a empresa, o simples adiamento dos prazos não traz soluções para as dificuldades enfrentadas nos testes do novo serviço. “Se desejamos resolver a situação e implantar a portabilidade, é fundamental saber onde e porque existem problemas e exigir de nós todos, operadoras, consultores e administradores do sistema, respostas sobre o porquê, o quando e onde estão as dificuldades existentes”, explica Cox. A posição da Claro foi expressa oficialmente à Acel (Associação Nacional das Operadoras Celulares), por meio de carta enviada em 19 de agosto.

