Com modelo 100% remoto, integradora consegue manter rotatividade de funcionários entre 1 e 5% ao ano
Com 152 funcionários, a integradora Add Value adotou uma política de valorização de funcionários que vem dando resultado para minimizar os desafios por falta de mão de obra especializada no Brasil. Investimentos em certificações e a criação de um clima organizacional mais aberto, com modelo totalmente remoto, garantiram maior estabilidade de funcionários. Atualmente, a empresa comemora um turnover entre 1 e 5% ao ano.
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Essa questão é importante para a empresa, visto que tem tamanho mediano e menor capacidade para competir com companhias maiores ou até as internacionais, que acabam pagando em dólar. “Nós vemos nossos funcionários recusando propostas por outros empregos porque têm receio de que não terão o mesmo ambiente que temos aqui”, destaca Thiago Spósito, diretor de Novos Negócios da Add Value.
Mas não é só de outras empresas que a integradora precisa se defender. Os próprios clientes buscam modelos de terceirização da equipe de TI, procurando um modelo de body shop, tanto para operações de Security Operations Center (SOC) quanto para serviços gerenciados. A saída que a empresa encontrou foi investir em times para atender mais de um cliente ao mesmo tempo, além de alocar profissionais com nível sênior para orientar as equipes de TI de clientes.
Aquisição para crescer mais rápido
Claro que a contratação também não é fácil para a Add Value, por isso ela opta por adquirir empresas para adicionar capital humano. Foi assim que ela construiu seu time de nuvem e de especialistas em Citrix, adquirindo a HashCloud e a Tradesys, respectivamente. Agora, a integradora estuda a aquisição de uma empresa de dados para poder tratar projetos de infraestrutura voltados a banco de dados.
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