Futurecom 2010 começa com avaliação sobre as conquistas do setor de telecomunicações e enfatizando o papel da banda larga como agregador para a educação e expansão dos negócios no País.
Cloud Computing, 4G, LTE e VoIP: Temas quentes do Futurecom
“O Brasil é o quinto País no mundo em telefonia celular e o sexto em telefonia fixa. Com o advento e ampliações das redes de banda larga, dispomos de um instrumento para crescimento cultural da sociedade brasileira, esse poderoso instrumento para políticas de educação, segurança pública, desenvolvimento profissional e tantas outras coisas”, afirmou Laudalio Veiga, diretor geral da Provisuale, na cerimônia de abertura da 12ª edição do Futurecom, que aconteceu na noite da última segunda-feira (25).
Para o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, o mundo onde vivemos atualmente era inconcebível há alguns anos. Ele salientou o avanço do País com a ajuda da digitalização, da comunicação. A facilidade com que isso ajuda a máquina pública e a população em si.
“Poder é comunicação, então o poder tem que ser democrático. A sociedade tem que participar do controle desse poder. A comunicação tem que ser livre, diversificada e depende da nossa capacidade de propiciar essa conectividade a todos”.
Benefícios
A aproximação dos centros produtivos, as regiões brasileiras cada vez mais unidas e a diminuição no déficit de educação no País foram alguns benefícios trazidos à sociedade com as comunicações mais desenvolvidas, como a internet e as redes sociais. “A responsabilidade social é inafastável em razão do imenso potencial de transformação do que é produzido neste setor”, afirmou Ronaldo Mota Sardenberg, presidente da Anatel, ao mostrar o que a tecnologia trouxe ao mundo.
Para ele, o Brasil é um grande exemplo dessa responsabilidade graças à expansão das redes de telecomunicações nas últimas décadas e das últimas tecnologias criadas. “Graças a isso, o Páiss está menos sensível à distancias geográficas.
Já o secretário das comunicações Roberto Pinto Martins lembrou que a 12ª edição do Futurecom coincide com os 13 anos de privatização do setor de telecomunicação no Brasil e da revisão dos contratos de concessão. Ele afirmou que o País mudou muito nesse tempo e que até o final desse ano, os serviços de telefonia fixa e móvel estarão disponíveis em todos os municípios nacionais.
“Outra questão importante é a banda larga. Toda questão de inclusão passa pela educação, por isso que nos importamos com a internet rápida. No final de 2010 todas as escolas públicas urbanas terão acesso garantido à rede, todas os municípios com infraestrutura necessária para o acesso à banda larga”, garantiu. ”Temos que fazer com a banda larga, o mesmo que fizemos com a telefonia”.

