Em ranking eletrônico, Brasil apresenta velocidade média de 3,47 Mbps e 0,75 Mbps, para download e upload, respectivamente.
A velocidade oferecida naquele país é 100 vezes mais maior do que a média no Sudão, segundo a empresa Speedtest.net, dedicada a compilar resultados de testes online feitos por consumidores.
Quando os sul-coreanos testaram suas conexões de banda larga com fio ao longo dos últimos 30 dias, eles encontraram uma velocidade média de downstream 34,14 Mbps (bits por segundo), de acordo com o Índice Net, que foi apresentado nesta terça-feira por Ookla, o
criador do Speedtest.
Os outros quatro países com melhor desempenho nos testes foram: Letônia (24,29 Mbps), República da Moldávia (21,37 Mbps), Japão (20,29 Mbps) e a Suécia (19,78 Mbps).
Os Estados Unidos ficaram na 26ª colocação, com velocidade média de downstream de 10,16 Mbps. O Brasil é o 70o, em downstream, com velocidade de 3,47 Mbps, e o 81o em upload, com 0,75 Mbps de velocidade.
O desempenho no ranking de upstream foram semelhantes, com a Coréia do Sul na liderança, apresentando velocidade de 18,04 Mbps e os Estados Unidos em 27º lugar com 2,21 Mbps. A média mundial foi de 2,1 Mbps.
Moradores da cidade de Seul, cidade mais rápida do mundo, apresentaram velocidade ligeiramente superior à média sul-coreana, registrando 34,66 Mbps. Riga e Letônia ficaram em segundo lugar com 27,90 Mbps. San Jose e Califórnia, no coração do Silicon Valley, nos Estados Unidos, se saíram as cidades mais rápidas dos Estados Unidos, com uma média de
15,03 Mbps.
Os números são filtrados de forma a evitar distorções, de acordo com Ookla co-fundador e CEO Mike Apgar. As estatísticas só incluem os países onde os testes foram gerados a partir de IP único, de pelo menos, 75 mil endereços. Alguns, incluindo o vizinho da Coréia do Sul, a Coréia do Norte, não aparecem na lista dos 152 países.
Para desfilar entre os 10 países mais rápidos do mundo, Ookla considerou a necessidade de pelo menos 100 mil endereços únicos de IP utilizados no teste.
Pelo menos 90% dos resultados foram originados de conexões cabeadas residenciais de banda larga, focosd o índice. O estudo também pode detectar conexões via celular através do nome do provedor de serviço e manualmente filtra os resultados dos testes que foram realizados, provavelmente a partir de um negócio (empresas).
Os resultados dos testes de banda larga sem fio WiMax da Clearwire estão incluídos.
Veja o relatório completo no website Speedest.
* com informações de Agências internacionais

