Estudo realizado pela Motorola com mais de 3 mil executivos de TI revela a importância das soluções móveis para reduzir erros e ampliar a eficácia no atendimento ao paciente.
O Barômetro de Saúde de Mobilidade Corporativa da Motorola, pesquisa realizada pela companhia em 14 países, incluindo o Brasil mostrou que mais de 80% dos tomadores de decisão na área de TI da indústria da saúde afirmam que as soluções móveis são mais importantes para suas organizações do que eram em 2008.
Segundo os entrevistados, a utilização de tecnologias móveis em diferentes ambientes físicos atrai benefícios no dia a dia do trabalho médico, como maior precisão no cumprimento das ordens, menor quantidade de erros manuais e maior produtividade dos funcionários.
O levantamento identificou ainda que os principais investimentos no setor incluem os registros eletrônicos de saúde (EHR), motivados pela cada vez mais rigorosa regulamentação, os sistemas eletrônicos de entrada de ordens médicas (CPOE) e o gerenciamento da medicação. Além disso, também foi possível identificar que os funcionários que utilizam aplicações móveis podem reduzir os erros manuais em 31% por meio das tecnologias.
“Os profissionais de saúde precisam ser mais dinâmicos e oferecer um atendimento preciso, mesmo quando enfrentam um crescente número de pacientes”, declara Vivian Funkhouser, diretora de soluções de saúde global da área de Mobilidade Corporativa da Motorola. “Com a ampla variedade de dispositivos móveis de informática, leitores de código de barras, tecnologias de RFID (identificação por radiofrequência) e redes sem fio, já é possível solucionar esses pontos fracos da indústria, movimentando aplicações para oferecer um cuidado do paciente mais eficaz”, aponta Vivian.
Mobilidade de voz
Os pesquisados mostraram um crescente interesse nas aplicações de voz sobre redes de área local sem fio (VoWLAN), na convergência fixo/móvel e nas ofertas de captura de dados como parte de suas estratégias de investimento em mobilidade. Dos decisores do continente americano, 70% manifestaram ter implementado uma estratégia de mobilidade, porcentagem muito superior à da Europa (46%) e Ásia-Pacífico (41%).

