Só em São Paulo o investimentos para o setor cresceram 80% nos últimos cinco anos.
De acordo com a analise realizada pelo Sintelmark (Sindicato das Empresas Paulistas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos) entre 2003 e 2008, o relacionamento entre consumidores e empresas superou a realização de contatos de venda, e 70% das PAs (Posições de Atendimento) das companhias paulistas de Call Centes estão dedicando suas atividades ao SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor).
O motivo é o aumento do consumo das classes C e D nos últimos anos, em função de fatores como o lançamento de diversos produtos dirigidos a este público e a forte concessão de crédito.
O índice também acompanha a expansão do mercado paulista de Call Center, que teve suas operações ampliadas em 80% nos últimos cinco anos, com um faturamento de R$ 4 bilhões em 2008. Para este ano, a estimativa é ampliar a cifra em 6%.
“É fundamental para a sobrevivência das empresas criar constantes ações para conquistar e fidelizar seus clientes. Dessa forma, o canal telefônico assumiu um papel crucial para potencializar os negócios das companhias e atender aos consumidores em suas diversas necessidades”, avalia Stan Braz, diretor presidente executivo do Sintelmark.
Atualmente, com 130 mil PAs e 300 mil funcionários, o call center paulista concentra 60% das atividades do setor de todo o País. “O segmento como um todo poderia crescer ainda mais. Para isso, é preciso investir em infraestrutura para o aprimoramento da formação e capacitação dos operadores com o apoio de um plano governamental diferenciado para o setor”, destaca Stan.

