Pesquisas

Dados móveis alcançarão receita superior a US$ 1 trilhão em 2015

Segundo o Gartner, mercado obtém lucros a partir de uma ampla gama de serviços adicionais, com publicidade, aplicação e vendas.

Um estudo do Gartner revela que, em todo o mundo, a receita de dados móveis será superior a US$ 1 trilhão por ano até 2014. O instituto acredita que este mercado irá obter lucros a partir de uma ampla gama de serviços adicionais, com publicidade, aplicação e vendas.
 
"Nós vemos três grandes eras da mobilidade", disse Nick Jones, vice-presidente e analista do Gartner. "A era ‘dispositivo’ foi caracterizada por aparelhos icônicos, como o Motorola RAZR e dominado por fabricantes. Isto foi seguido pela era ‘pedido’, que chegou com o iPhone, popularizando lojas de aplicativos e mídia. Posteriormente, o serviço e redes sociais terão como base a época de aplicação, mas será caracterizada por serviços de nuvem e streaming media", acrescenta.
 
Em mercados mais estáveis, os smartphones dominarão as vendas do dispositivo para um futuro previsível. As organizações que operam em mercados emergentes devem assumir estes aparelhos formarão nicho para além de 2014.
 
Muitos novos tipos de dispositivos, tais como talbets e e-books vão surgir até 2012 e alguns vão encontrar o seu papel nas corporações. No entanto, ninguém vai conseguir uma quota de mercado comparável ao de smartphones ou notebooks, que continuarão a ser dominantes nas empresas.
 
No mercado, as plataformas de smartphones ocupam setor mais competitivo e seus líderes devem mudar até 2014; O Symbian já vem perdendo participação para o iPhone (iOS) e o Android. Este último já obtém market share no segmento e, provavelmente, aparecerá em eletrônicos de consumo e celulares, mas não em tablets.
 
"Estes incluem a web móvel, na qual o HTML5 será muito influente, independendo de sistema operacional”, afirma Jones.
 
Para o executivo, muitos sistemas de negócio móvel vão explorar os serviços em nuvem. Este, então, será um grande campo de batalha comercial com fornecedores poderosos, como Nokia, Google e Apple.
 
Jones aconselhou as organizações a desenvolverem uma estratégia para mobilidade, de alto nível, baseada em metas de gestão, independente da tecnologia e estilos, ao invés de execução de plataforma de aparelho, ou as políticas de aplicação.
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