Competição promovida pela Intel é voltada para empreendedores de todo o País.
A Intel Brasil anunciou nesta segunda-feira (4) o início das inscrições para o Desafio Brasil, competição entre projetos de inovação tecnológica do País. Voltado para empreendedores e startups nacionais, a sexta edição do Desafio é coordenado pelo GVcepe (centro de private equity e venture capital da Fundação Getulio Vargas) com o apoio da Microsoft, Derraik Advogados e Helice Consulting. São oferecidos mais de R$100 mil em prêmios, além de 20 horas de monitoria com profissionais da indústria nacional e do Vale do Silício.
Os primeiros colocados representarão o Brasil na etapa latino-americana do Desafio. Caso seja um dos vencedores, a equipe classificada concorrerá na etapa mundial do evento, o Intel Global Challenge 2011, na Universidade de Berkeley, EUA. Os participantes concorrem a prêmios em dinheiro, além de terem seus trabalhos expostos em mídias internacionais.
“Além do atrativo da premiação em dinheiro, o que os empreendedores mais valorizam nesta experiência é a interação com o mercado de venture capital, a interação com outros empreendedores e a oportunidade de ter acesso às principais empresas da área de tecnologia do Vale do Silício”, diz Márcio de Oliveira Santos Filho, coordenador do Desafio Brasil 2011.
As inscrições devem ser feitas no site do Desafio Brasil até 20 de maio. Podem participar empreendedores e startups que tenham recebido menos de US$500 mil em subsídios governamentais e não disponham de mais de US$300 mil em recursos de investidores.
“Os participantes do Desafio Brasil poderão se beneficiar diretamente com a experiência de apresentarem projetos para representantes de fundos de private equity e venture capital”, diz Nuno Simões, diretor de assuntos corporativos para a América Latina da Intel. “Acreditamos que este tipo de iniciativa é vital para formar os empreendedores do futuro”.
As etapas nacionais são divididas em três fases, nas quais os projetos são apresentados para investidores da indústria de venture capital, professores e empreendedores. Os projetos são avaliados de acordo com a viabilidade do negócio, os modelos de receitas, escalabilidade, grau de inovação e aplicação de tecnologia, atratividade para investimentos e viabilidade para tornar-se um negócio global.
Em 2011, dez estados sediarão as etapas regionais. A expectativa dos organizadores é receber 200 projetos na primeira fase. Todas as empresas que se inscreverem contarão com acesso a software e suporte técnico e de negócios do Microsoft BizSpark, programa mundial de apoio ao empreendedorismo para empresas de base tecnológica.

