Em um contexto de bom humor e modernidade, o jornal tem campanha criada pela WMcCann.
O Diário de S. Paulo apostou em reformulação e, para divulgar o novo posicionamento, contratou a agência WMcCann para desenvolver a campanha publicitária, que contempla filme e mídia impressa.
Com os títulos “Camisa“ e “Silicone”, os filmes questionam o futuro e como serão as coisas daqui para a frente. No primeiro filme, o locutor indaga se as novas camisas de futebol terão refrigeração própria ou se serão auto-ejetáveis. Já o filme “Silicone” traz indagações sobre o futuro do silicone, questionando se ele virá com celular ou com GPS embutido.
Para a mídia impressa, os anúncios seguem a mesma linha e trazem perguntas sobre o futuro. Desta vez, indagam como serão os celulares e os animais de estimação. A assinatura do anúncio conclui: “A gente não sabe como vai ser o futuro. Por isso, fizemos o jornal ideal para o presente”.
O novo Diário de S. Paulo chega às bancas no formato tablóide, com páginas coloridas, e nova estrutura de editorias. Toda a mudança ficou por conta da consultoria espanhola Innovation, que colaborou com a reforma gráfica e editorial.
A campanha foi criada pelo redator Marcelo Conde e pelo diretor de arte Eiji Kozaka, com direção de criação de Washington Olivetto.

