A Embratel inaugurou recentemente um novo Centro de Operações de Segurança (SOC, na sigla em inglês) com tecnologias de machine learning e inteligência artificial (AI) para poder gerenciar dispositivos de Internet das Coisas (IoT). O novo centro é localizado na cidade de São Paulo e vai assumir o papel do antigo SOC da empresa, no Rio de Janeiro, que atuará agora como um backup.
Mário Rachid, diretor executivo de Soluções Digitais da Embratel, explica que, devido ao volume de ativos na rede, novos processos e ferramentas foram adicionados ao novo SOC. “Softwares são bem parecidos, conta com SIEM, com ferramentas de controle de acesso e prevenção de ataque, mas algumas funções são diferentes para a IoT”, diz.
De acordo com ele, os dispositivos IoT têm padrões de acordo com sua função. Câmeras de vigilância, por exemplo, fazem upload de vídeo constantemente. “Se há uma mudança nesse padrão, a AI analisa para descobrir se é um ponto de atenção ou um falso positivo. Para IoT, essa função é mais latente do que para um servidor, por exemplo”, diz.
O novo SOC conta hoje com 37 posições, enquanto o centro de operações do Rio está com 16. A perspectiva da Embratel é aumentar este número, chegando próximo a preencher a totalidade das posições, que é de 185 (em São Paulo). No SOC do Rio, os planos são modernizá-lo no início de 2020, colocando os dois centros no mesmo nível tecnológico.
Confira agora a entrevista que Elisabete Couto, diretora de Soluções para IoT da Embratel e que esteve a frente do empreendimento em São Paulo, concedeu ao Portal IPNews, no qual destaca o uso da AI no novo SOC e as possibilidades de negócio:
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