Cloud Computing

Empresa migra data center interno para serviço de colocation em um dia

Em todo o mundo, cada vez mais organizações estão transferindo data centers on-premise para modelos mais flexíveis e contratados como serviço, como o colocation. Esse foi o caso da SOAP, empresa brasileira referência em consultoria e treinamentos de apresentações corporativas.
Em maio, a alta gestão da companhia percebeu que o home office estava sendo bastante eficiente para suas equipes e, para reduzir despesas, decidiu se desfazer do escritório montado na Vila Olímpia, um dos bairros mais caros da cidade de São Paulo.

 

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Para isso, seria preciso mover tanto o ambiente de TI quanto os links corporativos para um data center remoto. Para isto, a SOAP firmou com a ODATA, provedora da mais moderna infraestrutura de data centers na América Latina, um contrato de serviços de colocation com espaço, energia, banda de internet e conexões com operadoras.

O prazo para concluir a migração dos servidores, back-up e storage, além de toda a estrutura de comunicação com duas operadoras distintas, era de apenas cinco dias.

Um dos maiores desafios da migração de data centers é conciliar o prazo de ativação dos links. Aqui não foi diferente. Para isso, o time de redes da ODATA realizou uma intervenção e, entendendo no detalhe a demanda, a resolveu a tempo e sem risco de indisponibilidade. Toda a operação foi concluída em menos de 24 horas, no sábado, 31 de maio de 2020.

“No cenário anterior à mudança nosso Centro de Processamento de Dados (CPD) estava em ambiente de escritório, sob ameaça constante de riscos e falhas habituais. A energia elétrica sempre oscilava ou falhava, fazendo, muitas vezes, com que a operação parasse por completo até que a energia retornasse. Isso quando não perdíamos o dia de trabalho”, conta Denis Dourado Barreto, o gestor de Tecnologia, Criação e Planejamento da SOAP.

Falando sobre as necessidades da companhia, Barreto explica que a empresa não possuía um CPD ativo em dias de manutenção da rede elétrica nem em eventos de queda e precisava monitorar os ativos via câmera de segurança 24×7. “Certa vez, tivemos um grande problema com a falha do ar condicionado, que colocou em risco os equipamentos pelo acúmulo de água no piso. E pra completar, nosso ambiente operava com um nobreak que exigia manutenção constante”, lembra.

“O fato de não estarmos mais em uma estrutura fixa, com altos custos, nos dará uma grande vantagem competitiva frente ao nosso mercado”, finaliza o executivo.

 

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