Estratégias

Empresas brasileiras participam de Feira Internacional em Havana

Objetivo da missão é possibilitar a realização de negócios e parcerias entre as companhias nacionais e empresas e instituições da América Latina, América Central e Caribe.

A Softex e a Riosoft, agente Softex do Rio de Janeiro, com o apoio da Apex-Brasil, promovem entre os dias sete e 14 de fevereiro a ida de uma missão comercial à Feira Internacional de Informática de Havana, em mais uma iniciativa do Projeto Setorial Integrado para a Exportação de Software e Serviços Correlatos Brasileiros (PSI-SW). Compõem a delegação, integrada por empresas desenvolvedoras de soluções com plataforma aberta e software livre, as cariocas Videolog, Produzindo Tecnologia, LB, C&S e Kounen, além da IMA, de Campinas.

“Nossa participação na Feira de Havana, sob a marca Brazil IT, é conseqüência de uma missão prospectiva realizada em 2008 para levantar as oportunidades de negócios para as companhias brasileiras em Cuba, hoje um importante pólo de software livre no Caribe. A presença do Brasil é aguardada com ansiedade, não apenas porque somos o grande centro desenvolvedor de soluções em plataforma aberta na AL, mas pelo nosso know-how em conceber produtos tanto para a área privada como governamental”, explica Alberto Blois, coordenador da área internacional da Riosoft.

Gláucia Chiliatto, gerente do PSI-SW na SOFTEX, destaca que o objetivo da missão é o de proporcionar o ambiente ideal para que as companhias brasileiras possam apresentar seus produtos e serviços e selar parcerias com empresas e instituições cubanas. “É importante ressaltar que as oportunidades de negócios geradas pela Feira de Havana não se restringem apenas a Cuba, englobando também outros mercados internacionais em toda a região de idioma hispânico”, afirma Gláucia.

Para a gerente, o Brasil ocupa uma posição de liderança mundial na área de software livre e é importante compartilhar essas competências e experiência com mercados emergentes como a América Latina, América Central e o Caribe. “A crise mundial gera a oportunidade de criar novos modelos de negócios para as nossas companhias se posicionarem no mercado internacional, daí a importância de organizarmos missões comerciais como esta”, analisa Gláucia.

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