Economia Digital

Ericsson recebe aprovação da segunda fase do protocolo de metas climáticas

Foto de mali maeder no Pexels
Companhia se compromete a reduzir as emissões absolutas de gases de efeito estufa dos escopos 1, 2 e 3 em 90% até o final de 2040, tendo por base os níveis de 2020.

 

Após superar as primeiras metas para redução de emissões de gases que causam o efeito estufa em consonância ao Acordo de Paris, com base no padrão científico de 1,5°C, a Ericsson (NASDAQ: ERIC), dá novo e importante passo em seu compromisso com o meio ambiente e obtém, da Science Based Targets Initiative (SBTi), a aprovação da segunda etapa do escopo de ações climáticas. A organização global apoiada pela ONU avalia, de forma independente, os compromissos e metas de redução de emissões de carbono das empresas, de acordo com as últimas descobertas científicas sobre o clima, e realizou uma avaliação rigorosa das metas da Ericsson em relação às iniciativas, ações e dados de emissões da empresa.

CONTEÚDO RELACIONADO – Investimento em ESG será a grande tendência para empresas em 2024

Com foco no NetZero, a companhia se comprometeu a reduzir as emissões em toda a cadeia de valor da empresa em 90% até o final de 2040 – a partir dos níveis de 2020. A empresa também se compromete a neutralizar os 10% restantes com remoções de carbono aprovadas. Com a iniciativa, a Ericsson está entre as primeiras grandes empresas do mundo a adotar e estabelecer metas de ações climáticas, conforme critérios rigorosos estabelecidos por organizações como SBTi. As metas da segunda rodada da Ericsson já foram aprovadas, incluindo a meta Net Zero 2040 da empresa, anunciada em 2021.

Tratando a ação climática como uma questão estratégica urgente, a Ericsson tem priorizado alcançar metas relacionadas por meio de ações dentro da empresa, do portfólio de produtos e em toda a cadeia de valor mais ampla do negócio.

Essas prioridades estratégicas também estão alinhadas com o objetivo de 1,5°C – em que o aumento médio da temperatura global não deve exceder as médias pré-industriais em mais de 1,5°C para limitar as consequências potencialmente irreversíveis das mudanças climáticas. As emissões são categorizadas em três escopos, de acordo com o Protocolo de Gases de Efeito Estufa.

O Escopo 1 abrange as emissões diretas de fontes de propriedade ou controle direto da Ericsson. Já o Escopo 2 abrange emissões indiretas, como as relacionadas à eletricidade usada nas instalações da empresa, onde comprou energia. As emissões do Escopo 3 são emissões indiretas de fontes que não pertencem ou são controladas pela Ericsson, mas que fazem parte da cadeia de valor da companhia, incluindo clientes e a cadeia de suprimentos.

Os novos objetivos da Ericsson seguem as recentes conquistas em relação às metas aprovadas pela SBTi em uma rodada anterior, que abrangeu de 2016 a 2022. Essas metas incluíam a redução de 35% das emissões nas categorias de Escopo 1, 2 e Escopo 3 para viagens de negócios e emissões de transporte downstream, e também alcançar 35% de economia de energia nos sistemas de rádio da Ericsson em comparação com o portfólio anterior. A companhia atendeu e superou essas metas dentro do prazo estabelecido, reduzindo-as em 60% e 39%, respectivamente.

Aprovada em dezembro de 2023 a SBTi estruturou a validação das novas metas da Ericsson da seguinte forma:

Meta NetZero
A Ericsson se compromete a atingir zero emissões líquidas de gases de efeito estufa em toda a cadeia de valor até o ano fiscal de 2040 (final de 2040).

Metas de Curto Prazo
A companhia se compromete a reduzir em 50% as emissões absolutas de gases de efeito estufa dos escopos 1, 2 e 3 (GHG) até o ano fiscal de 2030 (final de 2030), com base no ano fiscal de 2020 (final de 2020). Com essa meta, a Ericsson se compromete a reduzir em 90% as emissões absolutas de GHG dos escopos 1 e 2 e em 50% as emissões absolutas de GHG do escopo 3 no mesmo período.

Metas de Longo Prazo
A empresa se compromete a reduzir em 90% as emissões absolutas de gases de efeito estufa dos escopos 1, 2 e 3 até o ano fiscal de 2040 (final de 2040), em relação ao ano fiscal de 2020 (final de 2020).

Participe das comunidades IPNews no InstagramFacebookLinkedInX (Twitter).

 

Newsletter

Inscreva-se para receber nossa newsletter semanal
com as principais notícias em primeira mão.


    Deixe um comentário

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *