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Especialista explica as tendências de IA em evento da AWS

Crédito: iStock

Inteligência artificial generativa, machine learning e a governança de dados foram os assuntos mais questionados pelos visitantes do estande da BRLink no evento 

A BRLink, empresa de serviços de nuvem, levou seu time de especialistas ao AWS Summit São Paulo, evento realizado na última quinta-feira (3/8), para responder questionamentos sobre GenAI – inteligência artificial generativa – citado como preocupação por metade dos visitantes do estande.

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Para Rafael Marangoni, diretor da unidade de negócios da BRLink, o Brasil enfrenta desafios para entrar de cabeça na inteligência artificial. “Temos a necessidade de melhorar a educação e o treinamento em habilidades técnicas nesta inovação, que é o boom do momento”, diz ele. “As tendências futuras incluem a busca para tornar os modelos de IA mais transparentes. Além disso, as questões éticas e a regulamentação da IA estão sendo cada vez mais discutidas em ambientes como esse”, segue Marangoni. 

Uma das principais curiosidades entre os visitantes do estande está relacionada às ferramentas que possibilitam o uso da inteligência artificial. O funcionamento de plataformas de machine learning também aguçou a atenção dos presentes. 

“A IA melhora a tomada de decisões por meio de análises de dados mais precisas, otimizando processos operacionais e melhorando a experiência do cliente”, afirma Marangoni. “Portanto, existe a possibilidade de criação de conteúdos impressionantes por meio da IA generativa e a personalização da experiência do cliente.” 

Neste aspecto, a nuvem é um elemento-chave para a implementação de projetos de inteligência artificial, segundo o executivo. Ela permite armazenar e processar grandes volumes de dados, o que é essencial para a aprendizagem de máquina para extrair insights desses dados. 

Sobre data analytics, outro interesse dos visitantes do estande, ele conta que os questionamentos mais importantes são sobre governança de dados, em especial do data lake, e sobre como se tornar uma empresa orientada a dados (data driven). “O data lake é um repositório centralizado, que permite armazenar todos os dados estruturados e não estruturados da empresa, em qualquer escala. Para tanto, é necessário ter uma equipe técnica especializada que colete, armazene e processe os dados que serão usados”, conclui Marangoni. 

 

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